quarta-feira, 24 de agosto de 2016

MONTRAS COM IMPACTO


Passar, olhar, despertar o interesse, entrar e comprar. É isto, não é? É assim que faz quando está a passear na rua ou num centro comercial? Uma parte do nosso trabalho consiste em despertar-lhe o interesse quando passa por uma montra! E como? Só tem que continuar a ler para descobrir todos os nossos segredos no que toca à criação de montras espantosas.

Uma grande dose de criatividade é necessária para uma montra ser criada. Essa, como sabe, é a nossa especialidade! Da ideia à execução prática vai uma distância que é preenchida com muito trabalho e dedicação. Partimos de um bom planeamento, simplificando o processo de criação e implementação da montra. Trabalhamos em conjunto com os nossos parceiros e clientes na procura das melhores soluções para cada uma das situações apresentadas. No entanto, aquilo que nos distingue de tudo o resto é a nossa criatividade aguçada.

A montra deve estar bem iluminada (a menos que o objectivo criativo seja o contrário) para que quem passe consiga ver claramente o que está exposto. Falhar neste campo é falhar em tudo o resto.  Com efeito, ainda podemos destacar outro aspecto: poderá jogar com a luz e criar efeitos engraçados, fora do comum e que despertam a atenção de quem passa - a luz é um artifício muito importante na construção das montras.

Os produtos não devem estar colocados ao acaso, deve existir uma selecção criteriosa dos produtos que quer que sejam expostos e onde quer que eles sejam dispostos.
Escolha artigos que causam impacto e que geralmente são bem aceites pelo público ou “best sellers”. São excelentes formas de chamar a atenção muito mais facilmente.
Trabalhar com os produtos que vão ser expostos é a forma correcta de projectar uma montra, nunca o contrário. Adaptar os artigos a uma ideia de montra é sempre muito mais complicado.

É importante que as montras vão sofrendo pequenas remodelações ou até mesmo remodelações completas de forma periódica. Isso dará uma imagem de dinamismo e de frescura, que será importante para captar a atenção do público e consequentemente resultar num aumento de vendas.

Finalmente, as montras devem adaptar-se às épocas e alturas especiais (por exemplo: Natal ou Verão, Inverno…). Desta forma vai ser criada uma relação mais forte com quem passa, despertando emoções e sintonia com o espírito que
paira no ar! Quem não sente mais vontade de comprar ao ver uma bela montra de natal?!

Preparar uma montra de excelência não é um processo fácil, requer muito trabalho e atenção ao detalhe. Trabalhe com os melhores e obtenha resultados surpreendentes para o seu negócio.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

GUIA DE FÉRIAS PARA AGOSTO

Fonte: cbsnews

Esta semana estamos encerrados mas a nossa criatividade nunca está de férias!! Sendo assim, vamos indicar como é que deve proceder para conseguir sobreviver a esta temporada crítica do ano (de sol e praia). Agora é altura de tirar os óculos de sol e começar a sua leitura atenta:

Em primeiro lugar, acorde cedo e evite as filas para chegar à praia. Esta é a melhor maneira de conseguir o melhor spot (sem ter que ficar ao lado daquela escola barulhenta que tanto o incomoda). Caso não consiga ou não queira, lembre-se que está de férias, relaxe e relativize as coisas (o trânsito já não incomoda tanto e o barulho também não).

Antes de sair de casa verifique se tem tudo o que precisa para o dia. Telemóvel, comida, protector solar (MUITO IMPORTANTE), óculos de sol, toalha, carteira e um espaço para levar algo extra (e também um saco para conseguir levar tudo). Isto é o básico para um dia bem passado. No entanto, não saia já de casa! Ainda tem o espaço extra do “pack praia” para ser preenchido com (escolha uma das opções):

Raquetes – Se quiser ir para a praia praticar desporto e não vai sozinho (também pode jogar sozinho, mas não é a mesma coisa), esta pode ser uma solução interessante. No entanto, recomenda-se cuidado porque estamos em Agosto e o espaço na praia não é muito!

Bola – A descrição anterior aplica-se aqui também, com a variante de poder estar sozinho a jogar. Ainda assim, o ideal é jogar com outras pessoas e usar o espaço na praia reservado para essa prática desportiva. Não queremos que seja como aquelas crianças que costumam atirar-lhe a bola!

Livro – Por a leitura em dia é sempre uma solução excelente. Escolha um livro agradável e interessante (é para ler até ao fim e não para fazer sombra!) e leia. Se não lhe apetecer ler um livro inteiro, então leia o nosso blog e passe pelas nossas redes sociais :)

Power Bank – Pois... Se for um ávido jogador de Pokémon então é melhor que tenha um acessório destes sempre à mão! Mas tenha cuidado com as horas a que joga (para não estar exposto ao sol nas horas mais críticas) e com as pessoas que estão na praia! Estar sempre a olhar para o ecrã pode provocar alguns “atropelamentos” e não queremos que se torne num “Zombie em Férias”.

Bloco de notas – Para escrever caso lhe surja alguma ideia mirabolante. Nunca se sabe quando é que isso poderá acontecer.

Caneta – Para poder escrever no bloco de notas (também pode tirar-lhe a carga e soprar, criando um som algo irritante! Pensando melhor, se calhar é melhor não fazer isto!)

Água – Não queremos que passe o dia inteiro sem se hidratar. É importante que vá bebendo regularmente! Se não, vai ficar desidratado e depois pode perder o resto das férias... Não vale a pena.

Depois é chegar à praia e, consoante o objecto que escolher para levar consigo, é desfrutar, descansar e aproveitar o dia ao máximo! Contudo, o mais importante é fazer-se acompanhar daqueles que mais gosta. Repita isto todos os dias (durante o seu período de férias) e garantidamente que vai ter as melhores férias de todas.

Não importa que objectos leva para a praia, até porque com um saco maior pode levá-los todos! O que importa é quem escolha para o acompanhar e fazer aquilo que mais o faz feliz.

Aproveite... BOAS FÉRIAS!


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A IMPORTÂNCIA DAS CORES NA PUBLICIDADE

Fonte: visual.ly

As cores são um dos aspectos que mais influenciam o nosso processo de decisão. O produto pode ser magnífico, mas se não gostarmos da cor... está tudo perdido, não concorda? Acontece o mesmo se transpuser esse princípio para a publicidade. Um anuncio pode (e vai) atraí-lo pela cor! 
Continue a sua leitura e compreenda um pouco mais sobre este “fenómeno” colorido:

A cor é uma excelente maneira de chamar a atenção das pessoas e, automaticamente, causar-lhes um certo tipo de atracção directa ou transmitir sensações inconscientes que lhe passam mensagens (mesmo que não queira ou não se aperceba). São portanto uma ferramenta muito forte ao dispor das marcas.

É por isso que o processo de selecção, para uma marca, para um produto, para um logo, para uma publicidade... é algo que requer muita atenção, cuidado, estratégia e conhecimento. Uma escolha desajustada ou errada poderá levar a que os resultados não sejam os esperados. 

Existem cores que nos são mais próximas e outras que nos chocam. Umas causam repulsa e outras atraem. Tudo isto é um jogo que deverá ser jogado pelas marcas, com o objectivo de chamar a sua atenção e assim “controlar” os sentimentos e emoções do seu target. Portanto, é evidente que as cores passam ideias e sentimentos e fazem-nos ter reacções muito mais emocionais do que racionais. 

Com efeito, e seguindo um pouco esta ideia, podemos então perceber que determinado tipo de marcas (como por exemplo as premium) fazem uma selecção de cores baseada na reacções e “preconceitos” que as pessoas vão ter em relação a essas mesmas cores. Neste caso (marcas premium) utilizam muito o preto e dourado como cores predominantes. Essas cores transmitem firmeza, ideia de gourmet e sobriedade. Marcas que passam a ideia de serem distintas e finas. 

Fonte: winnin
Fonte: hipersuper














Fonte: searchcode

Por outro lado, as marcas mais populares utilizam cores mais quentes e que se destacam com mais facilidade, causando um choque maior. Outras das cores que normalmente fazemos associações simples são o verde para a natureza, azul para mar, branco para clínica e saúde... os exemplos são intermináveis. 

No entanto, isso não é inteiramente linear. Existem pessoas que têm uma leitura diferente das cores, fazendo com que nem todos reajam da mesma maneira a todas as cores. Tudo isto vai tornar ainda mais complicado o trabalho do criativo.

Já imaginou o que seria um mundo sem cor? Muito insosso... O mesmo acontece no mundo da publicidade e no mundo das marcas. Um cartaz sem cor, apenas com texto... Não iria ser apelativo, não iria chamar a sua atenção, não iria vender, todos os produtos iam ser iguais numa prateleira do supermercado... Estamos habituados a que as cores tenham um papel regulador dos nossos gostos e até de algumas das nossas atitudes perante a vida e a sociedade (como sinais de trânsito). Portanto faz todo o sentido o seu estudo e a sua aplicação cuidada no mundo do marketing – as marcam querem seduzi-lo e uma cor provocante vai ajudar a que isso se torne mais fácil!


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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MÚSICA EM PUBLICIDADE

Quantas vezes não dá por si a cantarolar uma música que ouviu num qualquer spot publicitário de rádio ou televisão? Esse é o efeito que as marcas procuram ao incluírem determinadas música/tipos de música/estilos de música na sua publicidade.
No decorrer deste texto vai perceber o porquê de a música ser muito importante para o sucesso de uma campanha publicitaria em novos média. Ficou curioso? Então continue a sua leitura!

A música tem o poder de captar a nossa atenção e de apelar aos nossos sentimentos. Ela confere ritmo e regularmente pauta a acção de um spot publicitário. Quantas vezes nem estamos a olhar para televisão e do nada surge uma música que conhecemos e gostamos que capta instantaneamente a nossa atenção  – vitória para o anunciante! Um dos exemplos mais recentes que muito bem ilustra esta situação são os spots publicitários da NOS, com a utilização da música “Don't stop me now” (Queen). Não terá sido este um dos grandes segredos para que a transformação da marca tenha resultado em pleno? Por ventura sim.

Fazendo um tour pelo passado, podemos destacar a música “Story” (Brandie Carlile), presente na comunicação da Super Bock e que muito sucesso fez na altura! E da Adágio, lembra-se? Claro que sim: “Heaven, I'm in heaven...” (música “Cheek to Cheek” - Ella Fitzgerald), ou ainda do cão que ganha vida ao beber um pouco de Lipton Ice Tea, ao som de “Born to be alive” (Patrick Hernandez). Já passaram muitos anos desde que estes spots apareceram e mesmo assim ainda se lembra deles e é capaz de cantarolar as suas músicas. 

Para finalizar, vamos dar mais um exemplo: jingle do McDonald's (párá pa pa pa, I'm lovin' it) que dura, dura e dura, apesar das suas imensas variações ao longo do tempo. Imediatamente associamos esse som e ritmo ao McDonald's. Isso faz com que o jingle/música/spot tenha um efeito ainda mais forte e prolongado. No entanto, é importante saber que atingir este nível requer muito trabalho e estudo do mercado onde se vai actuar.

Podemos então verificar na prática que o som tem muito efeito na passagem da mensagem publicitária, reforçando a sua mensagem e criando uma atenção e envolvência grande no espectador. É importante saber trabalhar com ela e entender como a aplicar da melhor maneira. 

Tudo isto também é aplicável a quem não tem budget para estas músicas de renome. O trabalho de selecção de músicas em bibliotecas livres tem a mesma importância e, na sua essência, vai ter resultados semelhantes (numa escala diferente). É igualmente um trabalho árduo, mas que tratará resultados que compensam o esforço!

Pronto, pronto, agora que já acabou de ler, vá lá ouvir a música “Vacas Felizes” da Terra Nostra! Nós sabemos que não resiste!


quarta-feira, 27 de julho de 2016

AS DIFERENÇAS CULTURAIS NA PUBLICIDADE

Fonte: nanossainfancia

O mundo é mesmo um lugar de diversidade. Apesar de sermos todos humanos temos valores, vivências, crenças, motivações, gostos e reacções muito diferentes. Então como é que as marcas devem comunicar face a este multiculturalismo? Será que elas têm esses aspectos em conta quando lançam uma campanha? Para descobrir só tem que continuar a sua leitura!

Neste contexto, as marcas devem ter atenção ao contexto cultural em que estão inseridas e quais as especificidades do seu público. Uma marca global não pode comunicar da mesma forma em todos os mercados e poderá até ter uma gama de produtos ajustada a cada mercado específico. Exemplo disso é o McDonald's, que apresenta uma pluralidade imensa de “especialidades” ajustadas às preferências dos diferentes mercados onde opera. Não faria sentido oferecer hambúrgueres bovinos no mercado Indiano ou não ter sabores picantes no México.

Fonte: gourmandchic

As diferenças também se estendem ao campo da comunicação, na medida em que a descodificação da mensagem não é a mesma em todo o lado. Uma situação óbvia para nós pode ser completamente estranha para um Asiático. A publicidade terá que saber reflectir sobre essas diferenças – se nem nas coisas mais simples como as tomadas eléctricas ou o sentido de orientação do trânsito nos conseguimos entender... Imagine no discurso publicitário. É muito difícil atingir-se uma standardização total.

Por outro lado, existem também grandes diferenças entre os padrões de beleza e entre as diversas culturas que caracterizam o nosso mundo. O que é considerado standard de beleza na Europa não é o mesmo que é considerado em África ou na Ásia. Isto faz com que a escolha de modelos para a publicidade seja feita em função desses padrões de beleza.

Outro aspecto muito importante são os nomes dados aos produtos ou até das próprias marcas. Há que ter muito cuidado com esse facto pois podem ter significados diferentes nas várias culturas ou línguas, ou mesmo não serem a melhor forma de abordar este ou aquele mercado. Por exemplo, as batatas fritas Lays, que no Reino Unido são conhecidas por Walkers.

É também importante não esquecer que as formas e as cores não têm o mesmo significado em todo o lado. Para as marcas não correrem o risco de ficarem “lost in translation” é necessário um estudo prévio de todos os pormenores que compõem as especificidades de cada uma das culturas e mercados onde pretendem actuar.

Podemos assim dizer que é mesmo importante que as marcas ajustem a sua comunicação a cada um dos mercados. Essa é uma forma de solidificar a sua posição em diferentes mercados e não se tornarem “corpos estranhos” num mundo cada mais personalizado.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

CRIATIVIDADE POR EMAIL

Fonte: collaborativeshift

Uma das formas mais comuns de comunicação directa entre as marcas e os seus consumidores é a newsletter. Num mundo ideal todos os clientes iriam abrir essa newsletter e ler o seu conteúdo, mas na realidade isso não acontece – quantas newsletters recebe e nem as abre ou não presta a devida atenção ao que elas contêm? A resposta é: demasiadas!
Então o que fazer para que as newsletters da sua marca/empresa sejam abertas e lidas com atenção? Nós, como sempre, não o vamos deixar ficar mal e vamos ajudá-lo a responder a esta questão.

Em primeiro lugar, é necessário planear que tipo de conteúdos vão ser veiculados e qual a sua periodicidade. Não adianta ter uma comunicação muito frequente se não tiver informação relevante para satisfazer essa cadência. Aposta mais na qualidade em prol da quantidade.

O título é definitivamente o mais importante na newsletter. Um mau título equivale a lixo ou activação do filtro de spam ou até mesmo a remoção da corrente da newsletter... A criatividade tem que ser bastante aguçada. É neste capítulo que deve investir a maioria do seu tempo e é aqui que vai ganhar a atenção do seu target. Um conselho: evite palavras como grátis ou oferta, pois a probabilidade de serem filtradas pelo spam é grande.

Deve então tentar ir mais além do que as habituais promoções/descontos/ofertas – a quantidade deste tipo de mensagens que recebemos é imensa, fazendo com que o interesse passe a ser diminuto. Tente conjugar as ofertas com conteúdo que seja realmente relevante. Por exemplo: dar instruções ou dicas para a utilização de determinado produto, combinar esse produto com outros... As possibilidades são imensas.

Tenha especial cuidado com o design da sua newsletter e com a sua configuração. Mantenha tudo simples, mas com a criatividade a níveis bastante altos. Também é importante que seja fácil a subscrição da newsletter no website da empresa. O design desse aspecto também deverá ser muito apelativo, directo e call to action. Teste muito e teste todas as possibilidades; vários formatos, vários ecrãs, vários dispositivos, vários sistemas operativos... É fundamental que tudo esteja a 100% no maior número de formatos possível.

Por fim, lembre-se que apesar de o cliente ter subscrito a newsletter não ache que ele será um cliente ganho. Ele não irá abrir todas as newsletters que lhe envia apenas porque as recebe. Tenha atenção a este aspecto e use e abuse da criatividade e dos call to action para que tenha sempre o seu público presente, atento e interessado.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

OS GRANDES CONSUMIDORES DE AMANHÃ!

Quem tem crianças na família sabe como elas são muito influenciadas pelo discurso publicitário e pelas marcas. Não serão poucas as vezes em que uma simples ida ao supermercado pode ser um grande problema! Ainda assim, como eles representam os nossos consumidores de hoje e do futuro, as marcas dão-lhes uma grande importância.

Então, seguindo esta linha de pensamento, podemos concluir que as crianças são excelentes consumidores e “influenciadores” de opinião para os pais, o que para as marcas é magnífico.

Fonte: revistadevinhos


As cores, as formas, as personagens, as boas histórias, as palavras familiares... Mantêm as crianças atentas e interessadas. Isto faz com que as marcas saibam que têm uma audiência atenta, conhecedora, eficaz e com muita memória (para o presente e futuro) – quem não se lembra de muitos anúncios da sua infância ou dos produtos e marcas que adorava e costumava ter e consumir? Muitos deles ainda existem hoje e muitos deles ainda são consumidos por si desde essa altura. Quem nunca sentiu a alegria de ver que determinado produto ou brinquedo da sua infância voltou a aparecer ou simplesmente o encontrou por acaso numa qualquer prateleira de supermercado?! - “EII!! ISTO VOLTOU :D”.

Fonte: descontos

Com efeito, as crianças costumam ser fiéis às marcas que as cativam, criando mesmo fortes ligações com elas. Isso acontece porque o discurso e a imagética publicitária remetem para um universo fantástico e para um mundo de brincadeira que as crianças normalmente vivem e associam como positivos. No fundo, para eles, a publicidade é uma espécie de extensão das brincadeiras que vivem no dia-a-dia ou que vêem nos desenhos animados.

Com tudo isto e com esta simplicidade aparente, poderá pensar que é muito fácil convencer as crianças. Não poderia estar mais errado!
A publicidade para o sector infantil tem que ser muitíssimo trabalhada e tem que estar especialmente atenta aos pormenores e subtilezas. É necessária uma grande imaginação e domínio da linguagem (escrita, falada e imagética). É preciso ter sempre em mente que as nossas crianças são um público extremamente exigente e altamente desafiante!

Fonte: superindustria

Posto isto, percebemos que o discurso apelativo e emotivo são eficazes instrumentos ao serviço da publicidade infantil. Entendemos também que os consumidores “de palmo e meio” são um forte aliado das marcas, quer como decisores directos da compra ou como influência da opinião dos outros.

Afinal de contas nós fomos, somos e seremos sempre consumidores!


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quinta-feira, 7 de julho de 2016

COMO FAZER UM VÍDEO DE QUALIDADE

O vídeo tem ganho uma preponderância cada vez maior na comunicação das marcas. Isso poderá estar relacionado com o crescente interesse que as redes sociais tem dado a esse tipo de meio de veiculação de informação. O aumento da duração dos vídeos no Instagram e o inicio da disseminação do directo do Facebook são exemplos que legitimam essa observação - o número geral de interacções é maior neste tipo de suporte comunicativo. Então é importante que as marcas se saibam adaptar a esta nova “moda”. O mundo hoje pede um maior volume de informação num curto espaço de tempo e o vídeo é a melhor resposta a essa necessidade.

Com efeito, a questão que se coloca é: como o fazer um conteúdo de vídeo apelativo e que se destaque da concorrência? Nesse campo nós podemos dar uma ajuda, ora veja:

- Planeamento
É importante, como em tudo, uma preparação detalhada da ideia e da sua execução prática. A criatividade é essencial, mas ter a noção dos recursos disponíveis é fundamental para que as suas expectativas não sejam defraudadas. A inclusão de um storyboard é uma óptima forma de sistematização de informação e de simplificação do processo de captura da imagem – será conveniente que o storyboard seja o mais detalhado possível.
A selecção do material a ser utilizado não deverá ser negligenciado. Dependendo do objectivo, ele poderá ser apenas um smartphone ou então uma câmara de topo e um conjunto de instrumentos de captação de áudio ou então algo entre estes dois extremos – tudo é possível.
Saiba bem aquilo que quer comunicar, qual o objectivo final do vídeo, a que público se destina e onde irá ser filmado/produzido e divulgado.

- Execução
O vídeo pode requerer captação no local ou não, dependendo da finalidade e da forma como se quer passar a mensagem. Poderá ser uma animação, uma selecção de imagens que estão disponíveis online ou uma captação de imagens “in loco”. Aquilo que é fundamental é seguir o que fora previamente definido e divergir o mínimo possível desse plano - sob pena de os custos poderem ser mais elevados.

- Edição
Aqui está a parte onde a criatividade tem que imperar. Uma boa edição é que vai catapultar o vídeo para um nível profissional – é este aspecto que faz toda a diferença entre um bom vídeo e um vídeo  de excelência. Siga o storyboard à risca, ou pelo menos tente segui-lo – ele foi feito e aprovado por algum motivo!
A escolha do áudio que irá acompanhar a imagem também é muito importante. Poderá ser música ou até mesmo o áudio captado em conjunto com a imagem. Tudo depende daquilo que se pretende.

- Divulgação
Tenha atenção ao local onde irá expor o seu vídeo. Isso deverá ter sido previamente pensado, uma vez que deveria ter sido em conta aquando da sua captura e edição. Não é a mesma coisa fazer um vídeo para as redes sociais, ou um vídeo institucional ou para ser divulgado num evento. Cada um desses tipos obedece a uma estética diferenciada.

- Resultados
Avalie os seus resultados e perceba a eficácia que o seu vídeo teve. É muito importante para saber se resultou ou não, indicando-lhe um caminho a seguir numa próxima investida nesta área. Pode não ser um processo muito fácil de se fazer de uma forma directa. Ainda assim, se o vídeo for colocado numa rede social a medição dos resultados torna mais simples essa recolha de estatística.

Podemos então concluir que a conjugação de todos estes factores vai resultar num vídeo de excelente qualidade e que comunicará de forma fantástica a sua marca. Aproveite os recursos que tem à sua disposição e trabalhe com os melhores. É a melhor garantia para ter os melhores resultados!




quarta-feira, 29 de junho de 2016

MARCAS ECOLÓGICAS SÃO MARCAS DE PREFERÊNCIA

Fonte: aaaprucio

Hoje em dia o mundo ganha cada vez mais consciência que o problema da degradação do ambiente é real. As marcas, como perspicazes e vanguardistas que normalmente são, estão atentas a isso e cada vez mais vão adoptando uma política mais “verde” (ou se preferirmos ecológica) – isto vai cativar (e já cativa muito) os consumidores.

As marcas deverão adoptar uma estratégia que lhe permita salvaguardar os recursos existentes no planeta e, ao mesmo tempo, conseguir cumprir as exigências dos seus consumidores, consumidores esses que estão cada vez mais receptivos a este tipo de preocupação.

Esta política verde resulta num factor de diferenciação das marcas, na medida em que aquelas que seguem um caminho ecológico e sustentável estão mais próximas das preocupações dos seus clientes ou potenciais clientes – o consumidor “liga” MUITO a isso.

Fonte: Disenolowcost
Fonte: Comatitude


Já não basta ter os melhores produtos, é necessário que pense “VERDE” – fazer mais com os mesmos recursos, é o caminho a seguir. Esse é um dos grandes desafios que as marcas, hoje em dia, têm que saber ultrapassar. Tome-se como exemplo o sector automóvel onde as mudanças estão a acontecer de forma muito visível. Existe uma proliferação cada vez maior de veículos eléctricos e híbridos.

Fonte: Carsmagazine

Este exemplo do sector automóvel representa um importante avanço civilizacional, mas que não é o fim em si mesmo. Existe um longo caminho a ser percorrido, todas as empresas devem ganhar consciência que os recursos do nosso planeta não são ilimitados e devem trabalhar para que as gerações futuras possam, no mínimo, ter aquilo que temos no presente – a preservação de uma simples folha de papel pode fazer a diferença se todos estivermos em sintonia e se todos tivermos esses gestos simples. O planeta (e todos nós hoje e todos aqueles que virão depois de nós) agradecem.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

OUTDOORS DE PARAR O TRÂNSITO

Fonte: mymodernmet 

Quando circulamos na estrada a nossa principal preocupação deve ser a atenção que devemos ter aos perigos que nos rodeiam, no entanto, por vezes, somos seduzidos por “grandes placas” que se destacam no meio de um caos urbano que muitas vezes nos absorve. Com isso em mente, pensemos que muitas vezes passamos por eles e nem damos conta! Ou seja, o ser grande, espaçoso e ter aparentemente grande destaque não é sinónimo de captar maior atenção! Uma campanha de outdoor mal planeada resulta numa ocupação inútil de espaço e num custo elevado para cliente final (sem resultados). Um infeliz desperdício de um artifício publicitário muito válido e eficaz. Então o que fazer aquando da realização de uma campanha outdoor? Podemos adiantar que existem quatro variáveis que são indispensáveis ao seu sucesso:

1 – Localização
É muito importante definir o local onde o outdoor irá ser colocado. Ter em conta que pessoas costumam circular por aquele local e se eles são o nosso público-alvo. Outro aspecto que deve ser tido em conta é se o outdoor está localizado perto de um sinal luminoso de trânsito – isso fará com que o outdoor possa ser pensado de maneira diferente, uma vez que a pessoa terá à partida mais abertura para a leitura e absorção da mensagem. Aspectos como este são pormenores que fazem a diferença e que devem ser considerados e trabalhados.

2 – Duração
Não deverá querer que um outdoor fique indefinidamente no mesmo local e com a mesma mensagem. Começa a tornar-se chato e repetitivo – lembre-se que as pessoas normalmente passam pelos mesmos locais todos os dias. É necessário estudar uma duração razoável ou criar uma estratégia para manter as pessoas interessadas. Por exemplo, poderá lançar dois outdoors em dois momentos diferentes onde a primeira fase funcione como uma espécie de teaser e a outra seja a “punchline”.

3 – Texto
As palavras escolhidas devem ser muito fortes, que causem “choque” e reacção imediata. Não poderão ser muitas nem muito extensas, na medida em que as imagens, as formas e as cores é que deverão ter o papel de destaque.

Fonte: meiosepublicidade

4 – Material
Existem alguns tipos de material que podem ser utilizados e que apresentam resultados diferentes. Por exemplo, a lona é mais resistente, mas mais cara; o papel é mais barato, mas menos brilhante e mais permeável a intempéries. Pense bem no seu orçamento e como quer investir, avaliando muito bem os prós e os contras de qualquer um dos suportes.

O conhecimento destas quatro variáveis vai ajudá-lo a ter uma noção mais concreta daquilo que realmente importa quando se planeia uma campanha outdoor!

Siga os nossos conselhos e projecte a sua marca rumo ao sucesso :)