quarta-feira, 27 de julho de 2016

AS DIFERENÇAS CULTURAIS NA PUBLICIDADE

Fonte: nanossainfancia

O mundo é mesmo um lugar de diversidade. Apesar de sermos todos humanos temos valores, vivências, crenças, motivações, gostos e reacções muito diferentes. Então como é que as marcas devem comunicar face a este multiculturalismo? Será que elas têm esses aspectos em conta quando lançam uma campanha? Para descobrir só tem que continuar a sua leitura!

Neste contexto, as marcas devem ter atenção ao contexto cultural em que estão inseridas e quais as especificidades do seu público. Uma marca global não pode comunicar da mesma forma em todos os mercados e poderá até ter uma gama de produtos ajustada a cada mercado específico. Exemplo disso é o McDonald's, que apresenta uma pluralidade imensa de “especialidades” ajustadas às preferências dos diferentes mercados onde opera. Não faria sentido oferecer hambúrgueres bovinos no mercado Indiano ou não ter sabores picantes no México.

Fonte: gourmandchic

As diferenças também se estendem ao campo da comunicação, na medida em que a descodificação da mensagem não é a mesma em todo o lado. Uma situação óbvia para nós pode ser completamente estranha para um Asiático. A publicidade terá que saber reflectir sobre essas diferenças – se nem nas coisas mais simples como as tomadas eléctricas ou o sentido de orientação do trânsito nos conseguimos entender... Imagine no discurso publicitário. É muito difícil atingir-se uma standardização total.

Por outro lado, existem também grandes diferenças entre os padrões de beleza e entre as diversas culturas que caracterizam o nosso mundo. O que é considerado standard de beleza na Europa não é o mesmo que é considerado em África ou na Ásia. Isto faz com que a escolha de modelos para a publicidade seja feita em função desses padrões de beleza.

Outro aspecto muito importante são os nomes dados aos produtos ou até das próprias marcas. Há que ter muito cuidado com esse facto pois podem ter significados diferentes nas várias culturas ou línguas, ou mesmo não serem a melhor forma de abordar este ou aquele mercado. Por exemplo, as batatas fritas Lays, que no Reino Unido são conhecidas por Walkers.

É também importante não esquecer que as formas e as cores não têm o mesmo significado em todo o lado. Para as marcas não correrem o risco de ficarem “lost in translation” é necessário um estudo prévio de todos os pormenores que compõem as especificidades de cada uma das culturas e mercados onde pretendem actuar.

Podemos assim dizer que é mesmo importante que as marcas ajustem a sua comunicação a cada um dos mercados. Essa é uma forma de solidificar a sua posição em diferentes mercados e não se tornarem “corpos estranhos” num mundo cada mais personalizado.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

CRIATIVIDADE POR EMAIL

Fonte: collaborativeshift

Uma das formas mais comuns de comunicação directa entre as marcas e os seus consumidores é a newsletter. Num mundo ideal todos os clientes iriam abrir essa newsletter e ler o seu conteúdo, mas na realidade isso não acontece – quantas newsletters recebe e nem as abre ou não presta a devida atenção ao que elas contêm? A resposta é: demasiadas!
Então o que fazer para que as newsletters da sua marca/empresa sejam abertas e lidas com atenção? Nós, como sempre, não o vamos deixar ficar mal e vamos ajudá-lo a responder a esta questão.

Em primeiro lugar, é necessário planear que tipo de conteúdos vão ser veiculados e qual a sua periodicidade. Não adianta ter uma comunicação muito frequente se não tiver informação relevante para satisfazer essa cadência. Aposta mais na qualidade em prol da quantidade.

O título é definitivamente o mais importante na newsletter. Um mau título equivale a lixo ou activação do filtro de spam ou até mesmo a remoção da corrente da newsletter... A criatividade tem que ser bastante aguçada. É neste capítulo que deve investir a maioria do seu tempo e é aqui que vai ganhar a atenção do seu target. Um conselho: evite palavras como grátis ou oferta, pois a probabilidade de serem filtradas pelo spam é grande.

Deve então tentar ir mais além do que as habituais promoções/descontos/ofertas – a quantidade deste tipo de mensagens que recebemos é imensa, fazendo com que o interesse passe a ser diminuto. Tente conjugar as ofertas com conteúdo que seja realmente relevante. Por exemplo: dar instruções ou dicas para a utilização de determinado produto, combinar esse produto com outros... As possibilidades são imensas.

Tenha especial cuidado com o design da sua newsletter e com a sua configuração. Mantenha tudo simples, mas com a criatividade a níveis bastante altos. Também é importante que seja fácil a subscrição da newsletter no website da empresa. O design desse aspecto também deverá ser muito apelativo, directo e call to action. Teste muito e teste todas as possibilidades; vários formatos, vários ecrãs, vários dispositivos, vários sistemas operativos... É fundamental que tudo esteja a 100% no maior número de formatos possível.

Por fim, lembre-se que apesar de o cliente ter subscrito a newsletter não ache que ele será um cliente ganho. Ele não irá abrir todas as newsletters que lhe envia apenas porque as recebe. Tenha atenção a este aspecto e use e abuse da criatividade e dos call to action para que tenha sempre o seu público presente, atento e interessado.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

OS GRANDES CONSUMIDORES DE AMANHÃ!

Quem tem crianças na família sabe como elas são muito influenciadas pelo discurso publicitário e pelas marcas. Não serão poucas as vezes em que uma simples ida ao supermercado pode ser um grande problema! Ainda assim, como eles representam os nossos consumidores de hoje e do futuro, as marcas dão-lhes uma grande importância.

Então, seguindo esta linha de pensamento, podemos concluir que as crianças são excelentes consumidores e “influenciadores” de opinião para os pais, o que para as marcas é magnífico.

Fonte: revistadevinhos


As cores, as formas, as personagens, as boas histórias, as palavras familiares... Mantêm as crianças atentas e interessadas. Isto faz com que as marcas saibam que têm uma audiência atenta, conhecedora, eficaz e com muita memória (para o presente e futuro) – quem não se lembra de muitos anúncios da sua infância ou dos produtos e marcas que adorava e costumava ter e consumir? Muitos deles ainda existem hoje e muitos deles ainda são consumidos por si desde essa altura. Quem nunca sentiu a alegria de ver que determinado produto ou brinquedo da sua infância voltou a aparecer ou simplesmente o encontrou por acaso numa qualquer prateleira de supermercado?! - “EII!! ISTO VOLTOU :D”.

Fonte: descontos

Com efeito, as crianças costumam ser fiéis às marcas que as cativam, criando mesmo fortes ligações com elas. Isso acontece porque o discurso e a imagética publicitária remetem para um universo fantástico e para um mundo de brincadeira que as crianças normalmente vivem e associam como positivos. No fundo, para eles, a publicidade é uma espécie de extensão das brincadeiras que vivem no dia-a-dia ou que vêem nos desenhos animados.

Com tudo isto e com esta simplicidade aparente, poderá pensar que é muito fácil convencer as crianças. Não poderia estar mais errado!
A publicidade para o sector infantil tem que ser muitíssimo trabalhada e tem que estar especialmente atenta aos pormenores e subtilezas. É necessária uma grande imaginação e domínio da linguagem (escrita, falada e imagética). É preciso ter sempre em mente que as nossas crianças são um público extremamente exigente e altamente desafiante!

Fonte: superindustria

Posto isto, percebemos que o discurso apelativo e emotivo são eficazes instrumentos ao serviço da publicidade infantil. Entendemos também que os consumidores “de palmo e meio” são um forte aliado das marcas, quer como decisores directos da compra ou como influência da opinião dos outros.

Afinal de contas nós fomos, somos e seremos sempre consumidores!


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quinta-feira, 7 de julho de 2016

COMO FAZER UM VÍDEO DE QUALIDADE

O vídeo tem ganho uma preponderância cada vez maior na comunicação das marcas. Isso poderá estar relacionado com o crescente interesse que as redes sociais tem dado a esse tipo de meio de veiculação de informação. O aumento da duração dos vídeos no Instagram e o inicio da disseminação do directo do Facebook são exemplos que legitimam essa observação - o número geral de interacções é maior neste tipo de suporte comunicativo. Então é importante que as marcas se saibam adaptar a esta nova “moda”. O mundo hoje pede um maior volume de informação num curto espaço de tempo e o vídeo é a melhor resposta a essa necessidade.

Com efeito, a questão que se coloca é: como o fazer um conteúdo de vídeo apelativo e que se destaque da concorrência? Nesse campo nós podemos dar uma ajuda, ora veja:

- Planeamento
É importante, como em tudo, uma preparação detalhada da ideia e da sua execução prática. A criatividade é essencial, mas ter a noção dos recursos disponíveis é fundamental para que as suas expectativas não sejam defraudadas. A inclusão de um storyboard é uma óptima forma de sistematização de informação e de simplificação do processo de captura da imagem – será conveniente que o storyboard seja o mais detalhado possível.
A selecção do material a ser utilizado não deverá ser negligenciado. Dependendo do objectivo, ele poderá ser apenas um smartphone ou então uma câmara de topo e um conjunto de instrumentos de captação de áudio ou então algo entre estes dois extremos – tudo é possível.
Saiba bem aquilo que quer comunicar, qual o objectivo final do vídeo, a que público se destina e onde irá ser filmado/produzido e divulgado.

- Execução
O vídeo pode requerer captação no local ou não, dependendo da finalidade e da forma como se quer passar a mensagem. Poderá ser uma animação, uma selecção de imagens que estão disponíveis online ou uma captação de imagens “in loco”. Aquilo que é fundamental é seguir o que fora previamente definido e divergir o mínimo possível desse plano - sob pena de os custos poderem ser mais elevados.

- Edição
Aqui está a parte onde a criatividade tem que imperar. Uma boa edição é que vai catapultar o vídeo para um nível profissional – é este aspecto que faz toda a diferença entre um bom vídeo e um vídeo  de excelência. Siga o storyboard à risca, ou pelo menos tente segui-lo – ele foi feito e aprovado por algum motivo!
A escolha do áudio que irá acompanhar a imagem também é muito importante. Poderá ser música ou até mesmo o áudio captado em conjunto com a imagem. Tudo depende daquilo que se pretende.

- Divulgação
Tenha atenção ao local onde irá expor o seu vídeo. Isso deverá ter sido previamente pensado, uma vez que deveria ter sido em conta aquando da sua captura e edição. Não é a mesma coisa fazer um vídeo para as redes sociais, ou um vídeo institucional ou para ser divulgado num evento. Cada um desses tipos obedece a uma estética diferenciada.

- Resultados
Avalie os seus resultados e perceba a eficácia que o seu vídeo teve. É muito importante para saber se resultou ou não, indicando-lhe um caminho a seguir numa próxima investida nesta área. Pode não ser um processo muito fácil de se fazer de uma forma directa. Ainda assim, se o vídeo for colocado numa rede social a medição dos resultados torna mais simples essa recolha de estatística.

Podemos então concluir que a conjugação de todos estes factores vai resultar num vídeo de excelente qualidade e que comunicará de forma fantástica a sua marca. Aproveite os recursos que tem à sua disposição e trabalhe com os melhores. É a melhor garantia para ter os melhores resultados!




quarta-feira, 29 de junho de 2016

MARCAS ECOLÓGICAS SÃO MARCAS DE PREFERÊNCIA

Fonte: aaaprucio

Hoje em dia o mundo ganha cada vez mais consciência que o problema da degradação do ambiente é real. As marcas, como perspicazes e vanguardistas que normalmente são, estão atentas a isso e cada vez mais vão adoptando uma política mais “verde” (ou se preferirmos ecológica) – isto vai cativar (e já cativa muito) os consumidores.

As marcas deverão adoptar uma estratégia que lhe permita salvaguardar os recursos existentes no planeta e, ao mesmo tempo, conseguir cumprir as exigências dos seus consumidores, consumidores esses que estão cada vez mais receptivos a este tipo de preocupação.

Esta política verde resulta num factor de diferenciação das marcas, na medida em que aquelas que seguem um caminho ecológico e sustentável estão mais próximas das preocupações dos seus clientes ou potenciais clientes – o consumidor “liga” MUITO a isso.

Fonte: Disenolowcost
Fonte: Comatitude


Já não basta ter os melhores produtos, é necessário que pense “VERDE” – fazer mais com os mesmos recursos, é o caminho a seguir. Esse é um dos grandes desafios que as marcas, hoje em dia, têm que saber ultrapassar. Tome-se como exemplo o sector automóvel onde as mudanças estão a acontecer de forma muito visível. Existe uma proliferação cada vez maior de veículos eléctricos e híbridos.

Fonte: Carsmagazine

Este exemplo do sector automóvel representa um importante avanço civilizacional, mas que não é o fim em si mesmo. Existe um longo caminho a ser percorrido, todas as empresas devem ganhar consciência que os recursos do nosso planeta não são ilimitados e devem trabalhar para que as gerações futuras possam, no mínimo, ter aquilo que temos no presente – a preservação de uma simples folha de papel pode fazer a diferença se todos estivermos em sintonia e se todos tivermos esses gestos simples. O planeta (e todos nós hoje e todos aqueles que virão depois de nós) agradecem.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

OUTDOORS DE PARAR O TRÂNSITO

Fonte: mymodernmet 

Quando circulamos na estrada a nossa principal preocupação deve ser a atenção que devemos ter aos perigos que nos rodeiam, no entanto, por vezes, somos seduzidos por “grandes placas” que se destacam no meio de um caos urbano que muitas vezes nos absorve. Com isso em mente, pensemos que muitas vezes passamos por eles e nem damos conta! Ou seja, o ser grande, espaçoso e ter aparentemente grande destaque não é sinónimo de captar maior atenção! Uma campanha de outdoor mal planeada resulta numa ocupação inútil de espaço e num custo elevado para cliente final (sem resultados). Um infeliz desperdício de um artifício publicitário muito válido e eficaz. Então o que fazer aquando da realização de uma campanha outdoor? Podemos adiantar que existem quatro variáveis que são indispensáveis ao seu sucesso:

1 – Localização
É muito importante definir o local onde o outdoor irá ser colocado. Ter em conta que pessoas costumam circular por aquele local e se eles são o nosso público-alvo. Outro aspecto que deve ser tido em conta é se o outdoor está localizado perto de um sinal luminoso de trânsito – isso fará com que o outdoor possa ser pensado de maneira diferente, uma vez que a pessoa terá à partida mais abertura para a leitura e absorção da mensagem. Aspectos como este são pormenores que fazem a diferença e que devem ser considerados e trabalhados.

2 – Duração
Não deverá querer que um outdoor fique indefinidamente no mesmo local e com a mesma mensagem. Começa a tornar-se chato e repetitivo – lembre-se que as pessoas normalmente passam pelos mesmos locais todos os dias. É necessário estudar uma duração razoável ou criar uma estratégia para manter as pessoas interessadas. Por exemplo, poderá lançar dois outdoors em dois momentos diferentes onde a primeira fase funcione como uma espécie de teaser e a outra seja a “punchline”.

3 – Texto
As palavras escolhidas devem ser muito fortes, que causem “choque” e reacção imediata. Não poderão ser muitas nem muito extensas, na medida em que as imagens, as formas e as cores é que deverão ter o papel de destaque.

Fonte: meiosepublicidade

4 – Material
Existem alguns tipos de material que podem ser utilizados e que apresentam resultados diferentes. Por exemplo, a lona é mais resistente, mas mais cara; o papel é mais barato, mas menos brilhante e mais permeável a intempéries. Pense bem no seu orçamento e como quer investir, avaliando muito bem os prós e os contras de qualquer um dos suportes.

O conhecimento destas quatro variáveis vai ajudá-lo a ter uma noção mais concreta daquilo que realmente importa quando se planeia uma campanha outdoor!

Siga os nossos conselhos e projecte a sua marca rumo ao sucesso :)


quarta-feira, 15 de junho de 2016

MARCAS PARA A VIDA!


Fontes: logos.wikia | fashionweek | CTT

Existem marcas que nos acompanham ao longo da vida. Que estiveram cá antes e que irão perdurar para o futuro. Qual será o segredo de longevidade? Porque será que existem marcas que conseguem durar (e manter-se no topo) durante anos e anos a fio (por exemplo a Coca-Cola, a Keds, Disney ou CTT)? Bom, para responder a essa questão podemos apontar alguns factores que diferenciam as marcas ditas normais das marcas com grande longevidade.

Tomemos por exemplo a Coca-Cola. Um produto simples, que não foi sofrendo transformações e que se conseguiu manter no topo. Isto acontece pela ligação emocional que a Coca-Cola foi estabelecendo com as pessoas ao longo do tempo. A Coca-Cola é muito mais do que um produto, faz parte da nossa vida, da nossa tradição natalícia e até mesmo da nossa cultura (através do Pop, por exemplo). Outra das marcas que se encontram nesse mesmo patamar, mas numa escala nacional, são os CTT. Eles começaram por ser apenas uma empresa ligada ao ramo da distribuição de correio, tendo alargado a sua rede de serviços à industria das comunicações e, recentemente, ao sistema bancário! Isto mostra uma flexibilidade e perspicácia na análise do mercado e das necessidades que podem ser supridas.

Podemos então perceber que uma marca não se pode esgotar no produto que vende, tem que saber adaptar-se às mudanças da sociedade, comunicar de forma ajustada, entrar na mente e nos hábitos das pessoas e manter-se actual e relevante. Apesar de idade de algumas dessas marcas ser bastante avançada (algumas marcas até já são centenárias) elas apresentam-se com um jovialidade impressionante – sempre actuais e sempre presentes.

Apesar de tudo isto, um posicionamento tão elevado e duradouro acarreta alguns riscos para essas marcas, uma vez que lhes traz uma maior responsabilidade. As pessoas vão tendo expectativas cada vez mais altas em relação a essas marcas, obrigando-as a manterem-se activas, interessadas, dinâmicas, moldáveis e atentas ao que se vai passando à sua volta. Elas próprias têm que desempenhar um papel importante no seio de uma sociedade consumidora, como é a nossa. É neste ponto que se assume como imperativo trabalhar com excelentes profissionais de marketing e comunicação – isso faz toda a diferença. Essas marcas perceberam muito cedo que uma óptima comunicação é aquilo que as pode manter no topo.

Claro que tudo isto não pode ser dissociado da qualidade geral e boa gestão que essas marcas com grande longevidade apresentam. Muitas vezes até está ai uma das razões que separa o sucesso do fracasso…

Podemos então concluir que não deve deixar que a sua marca fique “cristalizada”! Criatividade e inovação constante são necessárias. Dê ao seu público aquilo que ele procura e garanta que a sua marca se mantenha por muitos e muiiitoos anos (NO TOPO).


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quarta-feira, 8 de junho de 2016

O BÊ-Á-BÁ DO DISCURSO EM PÚBLICO


Quando está a falar em público costuma sentir suores frios, boca seca, uma ansiedade terrível e fica sem saber o que há-de dizer? No nosso artigo desta semana vai perceber como superar este grande desafio de falar para muita gente – e não é assim tão difícil. 

Primeiro, é necessário ter a noção que por vezes o conteúdo do discurso é muito interessante, mas o ouvinte não está a prestar a devida atenção. Isto acontece devido ao facto de o interlocutor não estar a ter um discurso cativante. Um tom monocórdico, sem entusiasmo, sem paixão... é uma intervenção que acaba por se tornar quase irrelevante – será reduzido o número de pessoas que prestará atenção. 
Podemos então aferir que neste caso a forma é, pelo menos, tão importante quanto o conteúdo do discurso.

A questão está muitas vezes na dificuldade em “enfrentar” uma plateia. Pois bem, o grande segredo para um grande discurso é falar pausadamente e procurar criar empatia com o público! Deve sentir-se autoconfiante e falar com convicção – uma dica: deverá tentar abstrair-se do público, focando um ponto da plateia e imaginar que está a falar apenas para essa pessoa. Tudo isto parece bem mais complicado do que o que realmente é :)

Por outro lado, ainda existe outro aspecto que deve ser tido em conta quando está a realizar um discurso em público: a linguagem corporal. Ficar inerte e “sem vida” é algo que deve evitar ao máximo. Acompanhe o que vai dizer com gestos vibrantes, que transmitam confiança e fluidez ao discurso – pinte isto com um conhecimento profundo daquilo que está a dizer e terá um discurso perfeito.

Saiba que não deve usar demasiados artifícios tecnológicos ou Power Points exageradamente detalhados. Utilize tudo para seu benefício (neste caso, do seu discurso) e não para seu incómodo ou distracção. Prenda a atenção do ouvinte em si e não no seu Power Point repleto de texto! Foque-se em palavras-chave (memorize-as para o caso de estar a ter dificuldade em articular o discurso, assim quando estiver a ficar “perdido” saberá o caminho que deve seguir). Evite ler, pois o discurso próprio e fluído é bastante mais genuíno e bem aceite pelo público. 

Prepare-se bem, convença e demonstre a “sua verdade” usando argumentos válidos, inteligentes e verdadeiros – não seja apenas mais um, acrescente valor!
Agora, limpe a garganta com um pouco de agua, respire fundo e dê o seu melhor, o seu discurso vai ser brilhante! :)


quarta-feira, 1 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DO DESIGN RESPONSIVO!


Actualmente vivemos num mundo em que a mobilidade e a portabilidade são conceitos que estão muito em voga. Prova disso é a elevada disseminação de dispositivos móveis que nos permitem ter acesso a toda a informação que pretendemos em qualquer lugar onde estejamos – longe vão os tempos em que o telemóvel apenas servia para fazer chamadas. No “novo mundo mobile” os tablets e os smartphones estão a rivalizar com os computadores (desktop ou portáteis) pelo domínio do mercado da informação – é mais simples, mais rápido e quase sempre apresenta a mesma eficácia (que tende a aumentar).

Neste contexto, surgem novos desafios na construção de websites, nomeadamente relacionados com o elevado número de diferentes tamanhos e resoluções de ecrãs. É aí que surge o design responsivo. Esse tipo de design é um passo em frente em relação à construção de websites diferenciados para versões mobile (os m.qualquercoisa.com). O Google passou a dar muito mais relevância a sites que apresentem um design responsivo, uma vez que o acesso é todo feito pelo mesmo url, existindo uma taxa de rejeição muito menor. As antigas versões mobile (com o duplo url e duplo website) dividam o tráfego e não eram tão agradáveis como as novas versões responsive

O design responsivo não é mais que a resposta dos designers e programadores aos novos desafios que esses dispositivos mobile apresentam, ou seja tornar navegáveis (e adaptados) todos os sites, a todos os tablets e smartphones, num website/url “único”. 

Já toda a gente teve a experiência de navegar num site que não está ou estava preparado para a navegação mobile (ou seja não é ou era responsive) e ter desistido do que ia fazer! Isso é horrível para si mas também é muito mau para quem está do outro lado. Transpondo isto para a perspectiva das marcas verificamos que essas pessoas que desistem podem ser clientes que se estão a perder ou a deixar de ganhar. Evite este tipo de problemas investindo num website capaz e adaptador ao tempos modernos. 

Concluímos então que a estrutura, as imagens e o texto devem adaptar-se ao ecrã no qual estamos a consultar o website, tornando a navegação muito mais fluída e dinâmica.
Pense na mobilidade como um trunfo importante – as marcas passam a poder estar em todo o lado, em todas as alturas!


quarta-feira, 25 de maio de 2016

20 ANOS DE Q'RIA, SEM PARAR!



Pois é, chegamos aos 20 anos de existência! 20 anos de muitos trabalhos e de muita satisfação. É com muito orgulho que olhamos para trás e verificamos que somos fieis aos valores que nos projectaram e nos trouxeram até aqui. Somos todos parte desta equipa “Q'ria”, mas foi Helena Prista que deu forma a esta obra.


Actuamos em áreas como a criação de logótipos, gestão e organização de eventos, layouts de sites, desenvolvimento de stands, gestão de redes sociais e consultoria de comunicação.

Posto isto, devemos um reconhecimento especial aos nossos clientes, amigos e família que nos fizeram chegar onde chegámos e nos desafiam a chegar cada vez mais longe. É por eles que trabalhamos todos os dias e é por eles que damos sempre “aquele esforço suplementar”. Muito obrigado!

Foi com o intuito de homenagear os nossos clientes (e também comemorar esta data festiva que não podíamos deixar passar em branco) que realizamos um evento a semana passada!

Chegamos até aqui, mas ainda existem muitos desafios a serem ultrapassados com sucesso, muitas ideias novas para surgir e muitos projectos para serem concretizados. Prova disso é o nosso novo website! Aparecemos de imagem renovada, mais sóbria, sólida e abrangente, tornando tudo muito mais simples e agradável para si.

Vá até lá e veja por si mesmo: Novo Website Q'ria

Agora só nos resta (mais uma vez) agradecer o vosso carinho e os vossos Parabéns!!