quarta-feira, 28 de setembro de 2016

TER A CASA ARRUMADA


Uma montra magnífica vai fazer com que as pessoas entrem na sua loja, vai despertar-lhes o interesse e vai aproximá-las muito mais da decisão de compra. No entanto, se a loja não estiver bem organizada e os produtos não estiverem colocados de uma forma apresentável, funcional e atractiva, muito provavelmente essa pessoa não vai passar à “acção”! No fundo, a loja deverá estar preparada para concretizar o desejo despertado pela montra. Para que isso aconteça existem alguns princípios básicos que deverá seguir para que a sua loja seja uma verdadeira “loja de sonhos”:

1 - Organização dos produtos
Os produtos devem estar bem visíveis e facilmente alcançáveis (ninguém gosta de ter que chamar um funcionário para lhe “chegar” um produto). A organização desses produtos deverá estar coadunada com o tipo de loja. Deverá sempre existir uma zona quente, onde se expõem as novidades, os produtos que têm mais saída ou produtos que queira escoar... Poderá também optar por incluir aqui promoções ou criar uma zona exclusiva para esse efeito. Lembre-se que os artigos em promoção despertam sempre muito interesse, portanto deverá querer dar-lhes a devida relevância.


2 - Volume
Não carregue as suas prateleiras de produtos. O excesso de produtos provoca confusão e desorganização. O ideal é ocupar o espaço com o stock que realmente vai necessitar e que normalmente é “gasto”. No entanto, não deverá exagerar. Stock a menos poderá dar uma ideia errada de “abandono” ou de desleixo. Procure dosear bem esta sensível questão.
Uma dica: coloque disponível um maior stock para as promoções pois, em teoria, irá ter uma saída maior.


3 - Iluminação
A iluminação é um factor crucial. É necessário que tudo esteja adequado ao conceito da loja, mas que seja funcional. E por funcional entendemos que as pessoas deverão conseguir ver muito bem todos os produtos e os corredores da loja. Por princípio, muito poucas pessoas gostam de entrar em lojas muito soturnas ou sombrias. Já uma loja bem iluminada chamará mais a atenção e dará um ar mais moderno e jovial – aconselhamos as luzes brancas porque são uma excelente forma de realçar o produto!

4 - Espaço
A loja deve ter o espaço necessário para as pessoas poderem circular sem problemas e os produtos devem estar todos visíveis e ao alcance da mão (a menos que não seja possível). Aqui a funcionalidade deverá imperar. Se for possível aliar isso a um excelente design, óptimo! Se não for, dê prioridade ao que é mais funcional. Os seus clientes vão agradecer e a sua loja vai-se tornar um espaço muito mais apetecível – resultado em mais visitas, mais clientes e mais vendas.
Não se esqueça de colocar uma fragrância distinta e agradável, apurando ao máximo o seu Marketing Olfactivo (que está a tornar-se cada mais usual). Isto irá ajudar a marcar a presença da marca e torná-la memorável – quem nunca sentiu um aroma delicioso numa qualquer loja e lá quis voltar só para voltar a senti-lo?
Então podemos perceber que se o aroma da loja agradar, as pessoas tenderão a lembrar-se da marca e a visitar a loja novamente. Experimente e verá como temos razão.

5 - Saber observar
Nada melhor que observar o comportamento das pessoas que visitam a loja para saber o que está bem e o que está mal! Esteja atento e vá fazendo os ajustes em função das reacções das pessoas. O ideal é ter uma posição pró-activa, no entanto ser reactivo, neste caso, também poderá ser benéfico. Não ignore o seu público e dê-lhes a atenção que merece. Quando possível, ouça os seus clientes habituais e pergunte-lhes o que acha desta ou daquela mudança.
Seguindo estas dicas e tendo uma montra apelativa, a sua loja estará mais perto do que nunca do sucesso!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

COMUNICAÇÃO DESCOMPLICADA PARA PRODUTOS COMPLICADOS

Fonte: tuttosu.virgilio

Como toda a gente sabe, existem produtos que criam um certo taboo. Tanto é que, evitamos sempre falar neles. Pois bem, esses produtos também necessitam de ser comunicados. Sendo que são produtos que carregam em si um estigma de preconceito, essa comunicação terá que ser forçosamente ainda mais pensada – A criatividade terá que chegar a um nível extremo!
Então o que devemos fazer para chegar a esse nível e contornarmos esse taboo?
Continue a sua leitura pelo resto do nosso texto e ficará a saber como o conseguir, através de quatro exemplos de quatro marcas brilhantes neste tipo de comunicação!

Temos que admitir que toda a gente adora o Labrador da Scottex. Impossível não amar. No entanto,  alguém já parou para reflectir que se está a publicitar papel higiénico? Pois é, isso mesmo. Ainda que isso seja, quase que completamente posto para segundo plano, fazendo com que não existe choque na visualização do anúncio. É criada uma associação positiva ao produto e é isso que é associado de forma indirecta à marca. Criar todas aquelas aventuras e peripécias em volta do nosso herói canino reforçam a ligação da marca com os seus clientes ou potenciais clientes. Este é um bom exemplo de como contornar o problema inicial de comunicação que existe neste tipo de produtos que nos cria alguma relutância em falar abertamente.

Fonte: revistasaludtotal

Outro exemplo é a comunicação da Durex, que se foca muito em situações do quotidiano e que poderão ser associadas à utilização do produto que estão a publicitar. Não é fácil publicitar produtos de cariz íntimo, pois facilmente se pode chocar a audiência. Sem ser demasiadamente gráfico, a Durex consegue entreter e criar associações positivas à marca, com uma comunicação que muitas vezes é ousada e aguçada. Esta é mais uma das abordagens possíveis para contornar o problema da comunicação deste tipo de produtos taboo.

Podemos ainda destacar a Evax e a sua comunicação. Mais uma situação nada fácil de ser comunicada, mas que é contornado de forma fantástica por esta marca. A sua publicidade normalmente é muito leve, divertida, amigável e muitas vezes até educativa. Consegue criar muitas histórias em volta deste tipo de produto, bem como situações onde ele pode ser necessário, fazendo com que esta seja uma abordagem bastante inteligente para contornar o problema evidente de constrangimento de comunicação deste produto.

Fonte: regalosymuestrasgratis
Fonte: noapagueslatele.blogspot












Por fim temos a Tampax e os seus tampões. A forma como encaram a comunicação dos seus produtos é fantástica. Criam situações muito fortes de aventura e diversão, que demonstram como a mulher se pode sentir segura ao usar os seus produtos. Uma outra forma diferente de saber evitar o taboo de certo tipo de produtos!

No fundo, o que estas marcas fazem é criar situações agradáveis para que a pessoa que está a ver o anúncio se demarque um pouco do produto e dê mais atenção à situação em si. Essa associação indirecta ao produto não implica que a marca não seja memorável. Toda a gente usa essas marcas e esses produtos, mesmo que seja difícil falar sobre determinados assuntos ou produtos, por isso essas marcas continuam na memória do consumidor e a transmitir-lhes sensações positivas.


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

5 DICAS PARA UM DESIGN PERFEITO DA SUA LOJA ONLINE


Hoje em dia cada vez mais as marcas apostam em ter um ponto de venda digital. Isso permite-lhes ter um contacto mais próximo e directo com o seu target. Ser possível comprar um produto em qualquer altura e em qualquer lugar, durante 24h por dia, sempre foi o sonho de todas as marcas.
Mas para que as lojas online tenham sucesso é necessário que, para além de um óptimo design e programação cuidada, determinados pontos-chave estejam a funcionar em pleno. São aspectos que podem fazer a diferença entre o sucesso e o insucesso.
Veja as 5 dicas que apresentamos e saiba quais são esses aspectos chave e como devem ser trabalhados:

1 - Criar áreas de destaque
A loja online deverá ter áreas de grande destaque para que as pessoas possam imediatamente aceder aos produtos que se quer destacar. Por exemplo, uma área de promoções ou um banner com produtos relevantes e com mais saída. Isto é uma forma de chamar a atenção de forma rápida e tornar o processo de compra muito mais simples. As pessoas chegam à loja online e, desde logo, são “aliciadas” com produtos chave ou com uma promoção que lhes vai despertar o interesse em comprar – essas informações devem estar em destaque na primeira página da loja. Cuidado com o exagero de banners animados, isso poderá retirar o foco do que realmente interessa: a compra.

2 - Hierarquizar a informação/produtos
Saber hierarquizar a informação é muito importante. Mostrar os destaques na página, despertando o interesse das pessoas e levando-as à compra ou à exploração da loja online em si.
Deixe os produtos de menor destaque ou as promoções menos importantes para áreas interiores da loja online. Há que saber dosear essas informações de maneira a que as pessoas não fiquem apenas ligadas à página principal e à possível promoção que está lá presente. Por outro lado, é necessário que as pessoas não se percam num emaranhado de muitas outras páginas e promoções – keep it simple and organized. Este é um dos grandes segredos para o sucesso da loja online( e que requer muita atenção e muito estudo).

3 - Facilidade de uso
Simplicidade é fundamental. Nem todos estão completamente familiarizados com o uso de um computador/internet/loja online/aplicações/telemóvel. Tudo deve estar pensado para que até esses utilizadores consigam facilmente aceder à loja online, navegar e comprar os artigos que desejam. Deverá existir redundância da informação, ou seja existir mais do que uma maneira de fazer a mesma coisa, mais do que uma maneira de comprar. Por exemplo, a pessoa poder comprar directamente na página do produto ou depois de adicionar produtos ao carrinho. Deixe tudo muito “transparente”, simples e directo – e o botão “comprar” bem visível, sem esquecer que as características e informações sobre o produto também devem ser bastante claras!
O processo de compra deverá ser muito simples e sem muitos passos.

4 - Imagens com qualidade
É necessário que os produtos de uma loja online tenham imagens de qualidade imaculada. As pessoas não estão a ver o produto ao vivo e nem querem ter que se deslocar à loja para o fazer (muitas vezes isso nem sequer é possível porque algumas marcas não têm loja física). Portanto as imagens têm que fazer essa função. Devem ser claras, objectivas, detalhadas, ter vários ângulos e, se possível, até incluir um vídeo ou um 360º (em casos que seja pertinente). Temos que agarrar o nosso cliente e não podemos deixar que ele “fuja” e para isso temos que lhe dar todas as informações sobre o produto e mostrá-lo com a máxima qualidade e detalhe.

5 - Ter informações de contacto e pagamento bem visíveis
Isto vai transmitir uma sensação de segurança na compra porque as pessoas vão imediatamente saber que existe um apoio caso exista algum problema e vão saber como podem pagar. Este ponto pode parecer muito simples e óbvio, mas muitas lojas falham nisto. Tente colocar-se no lugar do consumidor e imagine que está a visitar uma loja online onde os contactos e os meios de pagamento não estão bem visíveis... Porventura não iria avançar para a compra...

O uso de lojas online tem crescido de forma muito acelerada nos últimos anos e cada vez mais as pessoas optam por este tipo de forma de comprar. Assim sendo, é necessário estar na vanguarda do online para que os negócios e as marcas continuem a prosperar!


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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

UM BRINDE DE CRIATIVIDADE

Fonte: cetrobh

Oferecer um brinde aos seus clientes poderá ser bem mais importante do que à primeira vista pode parecer. Esse facto poderá fazer com que essas pessoas se tornem muito mais próximas da marca e que ajudem na sua divulgação. Afinal de contas, quem não gosta de receber um brinde de uma marca que adora? Pois... qualquer um gosta, sem dúvida!

As marcas realizam ofertas (muitas vezes bastante simples) que fazem com que o cliente se sinta especial e valorizado. Isso pode levar a que ele ganhe mais admiração pela marca e que se mantenha fiel à mesma.

Por outro lado, pode levar a que essa pessoa exiba o brinde que recebeu da marca e isso poderá provocar um interesse noutras pessoas que não tinham à partida interesse na marca, ou até nem a conheciam. Para isso deve apostar em brindes de qualidade, que durem, que sejam agradáveis, originais e criativos – isso vai chamar a atenção e vai fazer com que a sua marca seja “falada”, apreciada e acarinhada. No entanto, não se esqueça que a sua marca vai estar nos brindes... Portanto eles deverão mesmo ter uma qualidade excelente para que as expectativas do seu cliente não saiam defraudadas. Imagine que lhe oferecem uma caneta e ela não escreve ou se gasta muito rapidamente? A pessoa irá ficar com má imagem daquela marca. Tente imaginar este processo como um investimento - não deite dinheiro fora!

Uma caneta, um lápis, um bloco, um pin, um boné, um saco, um pisa-papéis, as possibilidades são imensas. Escolha algo que se adeqúe ao seu negócio e público-alvo. Não se esqueça que os brindes podem estar adaptados a uma tendência (por exemplo um selfie stick) ou a algo sazonal (como por exemplo uma toalha de praia).  Isto fará com que as pessoas sintam um acompanhamento/resposta às suas necessidade por parte da sua marca.
Com efeito, todos estes impulsos, estes estímulos, poderão levar a que o cliente passe à acção mais facilmente – ou seja, vai adquirir os produtos da marca em questão porque vai criar um vínculo relacional e sentimental maior com essa marca.

Nunca descure essa relação com o cliente, mime-o ao máximo e deixe-o feliz. Ele vai agradecer e vai apreciar o gesto, tornando-se um cliente fiel e satisfeito por ser fã da sua marca.


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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

SKEUMORFISMO E FLAT DESIGN – DUAS ABORDAGENS DIFERENCIADAS MAS CRIATIVAS

Design Skeumorfico | © webbgaraget 

Esta semana trazemos para debate uma questão fracturante. Uma abordagem mais Skeumorfista ou Flat, qual delas a melhor? Se não sabe do que estamos a falar, continue a ler o nosso texto! Vamos explicar tudo.

Primeiro importa esclarecer que Skeumorfismo não é uma doença! Não de assuste! Skeumorfismo é, de forma muito simples, a criação de objectos digitais tendo como base as suas características físicas. Por exemplo, a interface gráfica que simula a leitura de um livro físico num E-Reader (o acto de “folhear”).
O Flat Design é uma forma minimalista de design, muito usada pela Google. Trata-se de uma simplificação muito grande de todos os traços, conferindo-lhe uma estética mais clean e “digital” (uma vez que não procura grande inspiração no mundo físico).
Esclarecidos estes conceitos, podemos então dar continuidade à nossa reflexão!

Flat Design | © wikipedia

Ambas as correntes apresentam vantagens e desvantagens, no entanto, actualmente, parece que a corrente do Flat Design está a ganhar vantagem. Estamos a assistir uma proliferação cada vez maior deste tipo de design (muito por culpa da influência da Google).

Mas então porque é que isso acontece? Não existe uma explicação 100% correcta. O que podemos dizer é que hoje em dia esta estética é muito mais bem aceite pelo público. As referências do mundo real começam a não ser tão relevantes, uma vez que o público, que já está bastante educado para o mundo digital, já se encontra perfeitamente confortável e identificado com o mundo digital. Isto permite uma abordagem muito mais leve (com muiiittooo menos MB's), mais rápida e mais “digital”.

Ainda assim, um ambiente Skeumórfico é bastante apelativo em alguns contextos como por exemplo o dos livros, Pin Boards (que todos nós temos no trabalho ou em casa) ou até mesmo de relógios. Este tipo de design faz com que exista uma aproximação maior com o mundo físico, o que torna essa experiência um pouco mais “quente” e menos digital. Poderá interessante para um público mais saudosista e menos ligado às novas tecnologias ou apenas porque o utilizador prefere esse tipo de interface. Não existe propriamente um certo ou errado. Existem sim referentes do mundo físico que são aplicados ao mundo digital e que ajudam a que ele se torne menos frio, mais humanizado e mais próximo da realidade que conhecemos fisicamente.

Então e o nosso leitor, de que lado da barricada está? Que tipo de design prefere?


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

MONTRAS COM IMPACTO


Passar, olhar, despertar o interesse, entrar e comprar. É isto, não é? É assim que faz quando está a passear na rua ou num centro comercial? Uma parte do nosso trabalho consiste em despertar-lhe o interesse quando passa por uma montra! E como? Só tem que continuar a ler para descobrir todos os nossos segredos no que toca à criação de montras espantosas.

Uma grande dose de criatividade é necessária para uma montra ser criada. Essa, como sabe, é a nossa especialidade! Da ideia à execução prática vai uma distância que é preenchida com muito trabalho e dedicação. Partimos de um bom planeamento, simplificando o processo de criação e implementação da montra. Trabalhamos em conjunto com os nossos parceiros e clientes na procura das melhores soluções para cada uma das situações apresentadas. No entanto, aquilo que nos distingue de tudo o resto é a nossa criatividade aguçada.

A montra deve estar bem iluminada (a menos que o objectivo criativo seja o contrário) para que quem passe consiga ver claramente o que está exposto. Falhar neste campo é falhar em tudo o resto.  Com efeito, ainda podemos destacar outro aspecto: poderá jogar com a luz e criar efeitos engraçados, fora do comum e que despertam a atenção de quem passa - a luz é um artifício muito importante na construção das montras.

Os produtos não devem estar colocados ao acaso, deve existir uma selecção criteriosa dos produtos que quer que sejam expostos e onde quer que eles sejam dispostos.
Escolha artigos que causam impacto e que geralmente são bem aceites pelo público ou “best sellers”. São excelentes formas de chamar a atenção muito mais facilmente.
Trabalhar com os produtos que vão ser expostos é a forma correcta de projectar uma montra, nunca o contrário. Adaptar os artigos a uma ideia de montra é sempre muito mais complicado.

É importante que as montras vão sofrendo pequenas remodelações ou até mesmo remodelações completas de forma periódica. Isso dará uma imagem de dinamismo e de frescura, que será importante para captar a atenção do público e consequentemente resultar num aumento de vendas.

Finalmente, as montras devem adaptar-se às épocas e alturas especiais (por exemplo: Natal ou Verão, Inverno…). Desta forma vai ser criada uma relação mais forte com quem passa, despertando emoções e sintonia com o espírito que
paira no ar! Quem não sente mais vontade de comprar ao ver uma bela montra de natal?!

Preparar uma montra de excelência não é um processo fácil, requer muito trabalho e atenção ao detalhe. Trabalhe com os melhores e obtenha resultados surpreendentes para o seu negócio.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

GUIA DE FÉRIAS PARA AGOSTO

Fonte: cbsnews

Esta semana estamos encerrados mas a nossa criatividade nunca está de férias!! Sendo assim, vamos indicar como é que deve proceder para conseguir sobreviver a esta temporada crítica do ano (de sol e praia). Agora é altura de tirar os óculos de sol e começar a sua leitura atenta:

Em primeiro lugar, acorde cedo e evite as filas para chegar à praia. Esta é a melhor maneira de conseguir o melhor spot (sem ter que ficar ao lado daquela escola barulhenta que tanto o incomoda). Caso não consiga ou não queira, lembre-se que está de férias, relaxe e relativize as coisas (o trânsito já não incomoda tanto e o barulho também não).

Antes de sair de casa verifique se tem tudo o que precisa para o dia. Telemóvel, comida, protector solar (MUITO IMPORTANTE), óculos de sol, toalha, carteira e um espaço para levar algo extra (e também um saco para conseguir levar tudo). Isto é o básico para um dia bem passado. No entanto, não saia já de casa! Ainda tem o espaço extra do “pack praia” para ser preenchido com (escolha uma das opções):

Raquetes – Se quiser ir para a praia praticar desporto e não vai sozinho (também pode jogar sozinho, mas não é a mesma coisa), esta pode ser uma solução interessante. No entanto, recomenda-se cuidado porque estamos em Agosto e o espaço na praia não é muito!

Bola – A descrição anterior aplica-se aqui também, com a variante de poder estar sozinho a jogar. Ainda assim, o ideal é jogar com outras pessoas e usar o espaço na praia reservado para essa prática desportiva. Não queremos que seja como aquelas crianças que costumam atirar-lhe a bola!

Livro – Por a leitura em dia é sempre uma solução excelente. Escolha um livro agradável e interessante (é para ler até ao fim e não para fazer sombra!) e leia. Se não lhe apetecer ler um livro inteiro, então leia o nosso blog e passe pelas nossas redes sociais :)

Power Bank – Pois... Se for um ávido jogador de Pokémon então é melhor que tenha um acessório destes sempre à mão! Mas tenha cuidado com as horas a que joga (para não estar exposto ao sol nas horas mais críticas) e com as pessoas que estão na praia! Estar sempre a olhar para o ecrã pode provocar alguns “atropelamentos” e não queremos que se torne num “Zombie em Férias”.

Bloco de notas – Para escrever caso lhe surja alguma ideia mirabolante. Nunca se sabe quando é que isso poderá acontecer.

Caneta – Para poder escrever no bloco de notas (também pode tirar-lhe a carga e soprar, criando um som algo irritante! Pensando melhor, se calhar é melhor não fazer isto!)

Água – Não queremos que passe o dia inteiro sem se hidratar. É importante que vá bebendo regularmente! Se não, vai ficar desidratado e depois pode perder o resto das férias... Não vale a pena.

Depois é chegar à praia e, consoante o objecto que escolher para levar consigo, é desfrutar, descansar e aproveitar o dia ao máximo! Contudo, o mais importante é fazer-se acompanhar daqueles que mais gosta. Repita isto todos os dias (durante o seu período de férias) e garantidamente que vai ter as melhores férias de todas.

Não importa que objectos leva para a praia, até porque com um saco maior pode levá-los todos! O que importa é quem escolha para o acompanhar e fazer aquilo que mais o faz feliz.

Aproveite... BOAS FÉRIAS!


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A IMPORTÂNCIA DAS CORES NA PUBLICIDADE

Fonte: visual.ly

As cores são um dos aspectos que mais influenciam o nosso processo de decisão. O produto pode ser magnífico, mas se não gostarmos da cor... está tudo perdido, não concorda? Acontece o mesmo se transpuser esse princípio para a publicidade. Um anuncio pode (e vai) atraí-lo pela cor! 
Continue a sua leitura e compreenda um pouco mais sobre este “fenómeno” colorido:

A cor é uma excelente maneira de chamar a atenção das pessoas e, automaticamente, causar-lhes um certo tipo de atracção directa ou transmitir sensações inconscientes que lhe passam mensagens (mesmo que não queira ou não se aperceba). São portanto uma ferramenta muito forte ao dispor das marcas.

É por isso que o processo de selecção, para uma marca, para um produto, para um logo, para uma publicidade... é algo que requer muita atenção, cuidado, estratégia e conhecimento. Uma escolha desajustada ou errada poderá levar a que os resultados não sejam os esperados. 

Existem cores que nos são mais próximas e outras que nos chocam. Umas causam repulsa e outras atraem. Tudo isto é um jogo que deverá ser jogado pelas marcas, com o objectivo de chamar a sua atenção e assim “controlar” os sentimentos e emoções do seu target. Portanto, é evidente que as cores passam ideias e sentimentos e fazem-nos ter reacções muito mais emocionais do que racionais. 

Com efeito, e seguindo um pouco esta ideia, podemos então perceber que determinado tipo de marcas (como por exemplo as premium) fazem uma selecção de cores baseada na reacções e “preconceitos” que as pessoas vão ter em relação a essas mesmas cores. Neste caso (marcas premium) utilizam muito o preto e dourado como cores predominantes. Essas cores transmitem firmeza, ideia de gourmet e sobriedade. Marcas que passam a ideia de serem distintas e finas. 

Fonte: winnin
Fonte: hipersuper














Fonte: searchcode

Por outro lado, as marcas mais populares utilizam cores mais quentes e que se destacam com mais facilidade, causando um choque maior. Outras das cores que normalmente fazemos associações simples são o verde para a natureza, azul para mar, branco para clínica e saúde... os exemplos são intermináveis. 

No entanto, isso não é inteiramente linear. Existem pessoas que têm uma leitura diferente das cores, fazendo com que nem todos reajam da mesma maneira a todas as cores. Tudo isto vai tornar ainda mais complicado o trabalho do criativo.

Já imaginou o que seria um mundo sem cor? Muito insosso... O mesmo acontece no mundo da publicidade e no mundo das marcas. Um cartaz sem cor, apenas com texto... Não iria ser apelativo, não iria chamar a sua atenção, não iria vender, todos os produtos iam ser iguais numa prateleira do supermercado... Estamos habituados a que as cores tenham um papel regulador dos nossos gostos e até de algumas das nossas atitudes perante a vida e a sociedade (como sinais de trânsito). Portanto faz todo o sentido o seu estudo e a sua aplicação cuidada no mundo do marketing – as marcam querem seduzi-lo e uma cor provocante vai ajudar a que isso se torne mais fácil!


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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MÚSICA EM PUBLICIDADE

Quantas vezes não dá por si a cantarolar uma música que ouviu num qualquer spot publicitário de rádio ou televisão? Esse é o efeito que as marcas procuram ao incluírem determinadas música/tipos de música/estilos de música na sua publicidade.
No decorrer deste texto vai perceber o porquê de a música ser muito importante para o sucesso de uma campanha publicitaria em novos média. Ficou curioso? Então continue a sua leitura!

A música tem o poder de captar a nossa atenção e de apelar aos nossos sentimentos. Ela confere ritmo e regularmente pauta a acção de um spot publicitário. Quantas vezes nem estamos a olhar para televisão e do nada surge uma música que conhecemos e gostamos que capta instantaneamente a nossa atenção  – vitória para o anunciante! Um dos exemplos mais recentes que muito bem ilustra esta situação são os spots publicitários da NOS, com a utilização da música “Don't stop me now” (Queen). Não terá sido este um dos grandes segredos para que a transformação da marca tenha resultado em pleno? Por ventura sim.

Fazendo um tour pelo passado, podemos destacar a música “Story” (Brandie Carlile), presente na comunicação da Super Bock e que muito sucesso fez na altura! E da Adágio, lembra-se? Claro que sim: “Heaven, I'm in heaven...” (música “Cheek to Cheek” - Ella Fitzgerald), ou ainda do cão que ganha vida ao beber um pouco de Lipton Ice Tea, ao som de “Born to be alive” (Patrick Hernandez). Já passaram muitos anos desde que estes spots apareceram e mesmo assim ainda se lembra deles e é capaz de cantarolar as suas músicas. 

Para finalizar, vamos dar mais um exemplo: jingle do McDonald's (párá pa pa pa, I'm lovin' it) que dura, dura e dura, apesar das suas imensas variações ao longo do tempo. Imediatamente associamos esse som e ritmo ao McDonald's. Isso faz com que o jingle/música/spot tenha um efeito ainda mais forte e prolongado. No entanto, é importante saber que atingir este nível requer muito trabalho e estudo do mercado onde se vai actuar.

Podemos então verificar na prática que o som tem muito efeito na passagem da mensagem publicitária, reforçando a sua mensagem e criando uma atenção e envolvência grande no espectador. É importante saber trabalhar com ela e entender como a aplicar da melhor maneira. 

Tudo isto também é aplicável a quem não tem budget para estas músicas de renome. O trabalho de selecção de músicas em bibliotecas livres tem a mesma importância e, na sua essência, vai ter resultados semelhantes (numa escala diferente). É igualmente um trabalho árduo, mas que tratará resultados que compensam o esforço!

Pronto, pronto, agora que já acabou de ler, vá lá ouvir a música “Vacas Felizes” da Terra Nostra! Nós sabemos que não resiste!


quarta-feira, 27 de julho de 2016

AS DIFERENÇAS CULTURAIS NA PUBLICIDADE

Fonte: nanossainfancia

O mundo é mesmo um lugar de diversidade. Apesar de sermos todos humanos temos valores, vivências, crenças, motivações, gostos e reacções muito diferentes. Então como é que as marcas devem comunicar face a este multiculturalismo? Será que elas têm esses aspectos em conta quando lançam uma campanha? Para descobrir só tem que continuar a sua leitura!

Neste contexto, as marcas devem ter atenção ao contexto cultural em que estão inseridas e quais as especificidades do seu público. Uma marca global não pode comunicar da mesma forma em todos os mercados e poderá até ter uma gama de produtos ajustada a cada mercado específico. Exemplo disso é o McDonald's, que apresenta uma pluralidade imensa de “especialidades” ajustadas às preferências dos diferentes mercados onde opera. Não faria sentido oferecer hambúrgueres bovinos no mercado Indiano ou não ter sabores picantes no México.

Fonte: gourmandchic

As diferenças também se estendem ao campo da comunicação, na medida em que a descodificação da mensagem não é a mesma em todo o lado. Uma situação óbvia para nós pode ser completamente estranha para um Asiático. A publicidade terá que saber reflectir sobre essas diferenças – se nem nas coisas mais simples como as tomadas eléctricas ou o sentido de orientação do trânsito nos conseguimos entender... Imagine no discurso publicitário. É muito difícil atingir-se uma standardização total.

Por outro lado, existem também grandes diferenças entre os padrões de beleza e entre as diversas culturas que caracterizam o nosso mundo. O que é considerado standard de beleza na Europa não é o mesmo que é considerado em África ou na Ásia. Isto faz com que a escolha de modelos para a publicidade seja feita em função desses padrões de beleza.

Outro aspecto muito importante são os nomes dados aos produtos ou até das próprias marcas. Há que ter muito cuidado com esse facto pois podem ter significados diferentes nas várias culturas ou línguas, ou mesmo não serem a melhor forma de abordar este ou aquele mercado. Por exemplo, as batatas fritas Lays, que no Reino Unido são conhecidas por Walkers.

É também importante não esquecer que as formas e as cores não têm o mesmo significado em todo o lado. Para as marcas não correrem o risco de ficarem “lost in translation” é necessário um estudo prévio de todos os pormenores que compõem as especificidades de cada uma das culturas e mercados onde pretendem actuar.

Podemos assim dizer que é mesmo importante que as marcas ajustem a sua comunicação a cada um dos mercados. Essa é uma forma de solidificar a sua posição em diferentes mercados e não se tornarem “corpos estranhos” num mundo cada mais personalizado.