quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CLIENTE VS DESIGNER (OU VICE-VERSA)

Fonte: Tiragraffi Magazine

Esta nem sempre é uma relação muito fácil de conciliar! De um lado a perspectiva de quem (legitimamente) pensa mais em números e do outro está o olhar mais criativo. O equilíbrio destas duas forças requer cedências de ambas as partes e também uma intermediação eficaz.
Para conhecer algumas das nossas dicas para que esse relacionamento seja duradouro e frutuoso continue a sua leitura:

- Briefing bem estruturado 
Isto vai facilitar todo o processo e vai tornar tudo muito mais fluído. Quanto mais definido tudo ficar no início do trabalho melhor vai ser o relacionamento entre ambas as partes. Uma definição clara daquilo que se pretende vai permitir que o criativo tenha as bases que necessita para atingir as expectativas que o cliente deverá ter. Por outro lado, também será importante que todos os lados perceberem aquilo que podem ou não fazer e até onde podem ir (com os recursos disponíveis).

- Definição eficaz de prazos
Esta fase é muito importante! Definir e respeitar os prazos é fundamental para que a confiança de ambas as partes se mantenha intacta. Ainda assim, é perfeitamente aceitável manter uma certa flexibilidade quanto a prazos de entrega. Existem muitas variáveis a ter em conta e nem sempre tudo acontece como planeado, portanto muitos percalços ou mesmo mudanças de estratégia podem acontecer. Assim sendo, é importante manter uma margem de segurança entre os prazos acordados. Lembre-se que estar sempre a pressionar o criativo não vai ajudar no seu trabalho, lembre-se também que ele está do seu lado e quer o sucesso da marca para a qual está a trabalhar.

- Estar envolvido e permitir o envolvimento (reuniões)
É crucial que exista um envolvimento de ambas as partes na construção do objectivo comum que definiram. O ideal é existirem reuniões periódicas para ajuste da estratégia ou para pequenas afinações, que se julguem necessárias ao trabalho. Estas reuniões não devem ter o intuito de condicionar o trabalho do outro, mas sim facilitá-lo e evitar que tome um rumo errado (que poderá acontecer por falta de feedback, dando liberdade a que o trabalho seja feito de uma forma “autónoma”).

- Paciência e Empatia de ambos os lados (capacidade de se colocar no lugar do outro e flexibilidade)
Nas doses certas, este é o conselho ideal! Ter a capacidade de se colocar no lugar do outro facilita todo o processo e evita 99% dos conflitos. Ser tolerante, respeitador e saber ouvir, são características que um bom líder deverá ter. Neste caso, isso tanto é valido para quem está a liderar o lado do cliente como para quem está a executar o trabalho para esse mesmo cliente. O designer também deverá ser capaz de ouvir e de explicar o seu ponto de vista, saber respeitar quem tem uma visão diferente da sua e também saber como falar para alguém que poderá não ter os mesmos conhecimentos que ele sobre temáticas relacionadas com o design. Manter tudo simples e objectivo é um óptimo caminho a seguir.

Fonte: Des1gn ON

Podemos então concluir que estes são alguns dos princípios básicos para que esta relação entre cliente e criativo funcione da melhor maneira. Afinal de contas, o que se desenvolve nesta relação é uma parceria em que ambos os lados têm bastante a ganhar com o sucesso do projecto que têm em mãos.

Resumindo: mais cooperação = maior êxito.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O SLOGAN IDEAL PARA SUA MARCA

Fontes: Logopedia | Work at Home | Amanda Cobb | Wikia


I'm lovin' it”, “What else?”, “Red Bull dá-te asas”, Just Do It” Verdadeira Maionese”... e podíamos continuar por aqui fora! Estas palavras formam slogans que vivem na nossa cabeça e são facilmente associadas a uma marca – apostamos que consegue saber a marca a que corresponde cada um destes slogans! Isso quer dizer que eles são muito importantes na comunicação de uma marca e, acima de tudo, quer dizer que eles funcionam.

Também gostava de ter um slogan assim para a sua marca? Então continue a ler o texto e tome nota das dicas que vamos dar:

1 – Simplicidade
Os exemplos que fornecemos têm uma coisa em comum: simplicidade. É, de facto, fundamental que um slogan seja simples e facilmente memorável. É desta forma que as pessoas se vão recordar do slogan e serão capazes de o associar à marca. No entanto, não existe uma receita matemática para quantificar o número de letras ou palavras que deverão compor um slogan. Nós dizemos que ter mais do 7/8 palavras já será muito, mas tudo depende do produto, da marca e da intenção.

2 – Musicalidade
Para pa pa pa, I'm Lovin' It” - Isto quase que chega para descrever a importância que a musicalidade apresenta no sucesso de um slogan. Criar uma certa musicalidade associada às palavras vai ajudar a que elas se tornem mais memoráveis e possam ser “troteadas” em qualquer altura. Isso vai conseguir criar uma associação positiva à marca e ao slogan.

3 – Originalidade
Ser original e criativo é essencial. Marcar pela diferença vai fazer com a sua marca conquiste o seu espaço e se demarque da concorrência.
Uma estratégia que poderá ser interessante é usar o duplo sentido no seu slogan, que por norma é muito bem aceite pelas pessoas.

4 – Destacar as vantagens da marca/produto
Associar vantagens/associações lógicas do produto vão ajudar a que ele se torne mais memorável e mais facilmente identificável, criando uma dinâmica comunicacional forte para o seu slogan e consequentemente para a sua marca.

Este processo de criação de um slogan é muito complexo e requer muito estudo e prática. Por vezes, num golpe de sorte, ele pode surgir, mas o que acontecer normalmente é que existe um grande trabalho de pesquisa misturado com a criatividade.

E agora? Sente-se com vontade de verbalizar um slogan seu? Força, avance e deixe-o nos comentários. Queremos ver se a vossa criatividade está ao rubro!


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

5 DICAS PARA AS MELHORES FOTOGRAFIAS DE PRODUTO



Pegar no telemóvel e tirar uma foto, um gesto que todos nós fazemos (por vezes até instintivamente) e que está tão enraizado na nossa cultura de imagem... mas será que por isso somos todos fotógrafos e sabemos como tirar uma boa fotografia quando se trata de fotografar um produto? Pois... porventura não!
Então, para o ajudarmos a perceber melhor como tirar a melhor fotografia, vamos dar-lhe 5 aspectos que deverá ter em conta quando tiver que fazer fotografia de produto:

1 – Iluminação
Nada como uma boa luz branca para tornar tudo mais claro e límpido, sem sombras, com o enfoque no produto. Isto vai torná-lo mais apelativo e evitar que a imagem não seja bem visível para quem está a navegar por uma loja online ou catálogo de uma marca.
Destaque os prós do seu produto e não tente esconder nada, os consumidores tenderão a ser mais relutantes a comprar se notarem que as fotos tentam disfarçar algo.
Por outro lado, se fizer foto exterior, tenha atenção à iluminação natural e procure fotografar em locais bem iluminados e agradáveis para quem irá ver o resultado final.


2 – Contexto
Seguindo a linha de pensamento anterior, pense que apenas fotos de estúdio podem ser muito redutoras e não fazer jus ao real valor do produto. Dar-lhe um contexto ou algumas situações reais de uso fará com que seja criada uma relação mais emocional com quem está a ver e servirá de apoio para que os consumidores possam conhecer algumas das situações em que poderão usar o produto.
Ir além das fotos de estúdio é uma excelente forma de captar a atenção do consumidor e conseguir que avancem para a compra.


3 – Ângulo
Tire fotos de vários ângulos para mostrar da forma mais detalhada possível o produto. Essas fotos vão permitir que os consumidores tenham mais confiança no produto que estão a ver. Passará uma mensagem de que não tem nada a esconder e que o seu produto tem mesmo qualidade.

4 – Quantidade
Deverá colocar um número razoável de fotos do mesmo produto. Isto irá permitir que os consumidores possam ver o produto em vários contextos e situações, diferentes ângulos, diferentes cores... Convença pela qualidade, mas também pela quantidade – mas sem exageros! Não coloque fotos em demasia para não cansar quem está a ver.
Neste momento deve estar a questionar-se qual será o número certo de fotos para um produto, não é verdade? Bom, não existe um número certo, existe apenas bom senso. Tente encontrar o ponto de equilíbrio. Muitas vezes a experiência é muito boa conselheira neste caso.

5 – Edição
Evite uma grande edição nas fotos. Isso dá imagem que está a tentar esconder algo ou que necessita de “embelezar” em demasia os seus produtos. Se as fotos ficarem bem, não será necessário um grande tratamento digital. Se existir essa necessidade, que seja algo quase imperceptível e que sirva para realçar o produto.


Agora que já sabe todos os aspectos que deve ter em conta, pegue na máquina e fotografe, fotografe e fotografe! Ou então, como já percebeu que não é assim tão simples ser um bom fotografo, invista em quem possa fazer um trabalho de qualidade. Isso vai trazer retorno para as suas vendas.
Lembre-se que quanto melhor forem as suas fotos, mais probabilidades terá de ter sucesso.


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

MARKETING OLFACTIVO – O QUE É E QUAIS AS SUAS VANTAGENS

Fonte: bigviagem

O Marketing Olfactivo é uma estratégia de tentativa de conquista do público através do olfacto, ou seja através de odores. Este tipo de estratégia resulta da necessidade de inovação na abordagem ao consumidor. Uma tentativa de ir mais além para tentar cativar um público que é cada vez mais exigente. Essa exigência faz com que seja necessário inovar e tentar conquistar o consumidor de formas cada vez mais completas e “engenhosas”, como é o caso do Marketing Olfactivo.
Então e que benefícios é que esse tipo de Marketing apresenta para as marcas? Basta continuar a ler o nosso texto para ficar a conhecer algumas dessas vantagens!

Em primeiro lugar, este tipo de marketing ajuda a criar uma associação “primária” à marca, quase como que um instinto que nos leva a lembrar de algo que deixou uma impressão positiva no nosso íntimo. A  associação de um cheiro a experiências positivas é algo muito frequente.  Facilmente se conseguirá lembrar do cheiro características de algumas das suas lojas preferidas - temos ou não temos razão?

Fonte: Switch Group

Assim sendo, verificamos que esse é um motivo de diferenciação entre algumas marcas que apresentam, no seu espaço de venda ao público, aromas diferenciados e ajustados ao seu público alvo. Esta diferenciação também contribui para a criação de uma “identidade olfactiva” própria. É através dessa característica que muitas vezes, até mesmo inconscientemente, vai preferir ir a uma loja em detrimento de outra. Acredite, isto pode fazer a diferença e poderá mesmo levar a que um consumidor visite a sua loja e não outra.

Fonte: Forbes

Podemos então perceber que odor desperta alguns aspectos da nossa memória, identificando espaços e sensações positivas. O cheiro fica gravado na nossa mente, é marcante e é muitas vezes uma forma de atracção muito forte.  Com efeito, apelar aos sentidos primários é uma técnica acertada e que cada vez mais marcas estão a utilizar. Afinal de contas, todos nós adoramos um cheiro maravilhoso! Utilize esta nossa característica primária em favor da sua marca e obtenha um sucesso estrondoso junto do seu target.


www.qriaideias.com
www.facebook.com/qriaideias

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

3 DICAS PARA O RÓTULO IDEAL, CERTO E APELATIVO


Uns mais criativos, outros mais informativos... existe de tudo no mundo dos rótulos das embalagens! Neste contexto, o bom senso para decidir qual dessas variantes é a mais ajustada é fundamental. Continue a ler o nosso texto e saiba como fazer com que o seu produto tenha um rótulo de causar impacto – causar mesmo aquele “UAU”! As três dicas seguintes vão “orientá-lo”:

1 – Impacto
Todos nós queremos que os nossos produtos sejam aqueles que saltam mais “à vista”, que fiquem na memória e que, sobretudo, sejam os escolhidos para “levar para casa”. Nesse processo de decisão, o rótulo também conta (apesar de muitas vezes este aspecto ser posto um pouco de lado). Como tal, é necessário o investimento num rótulo capaz e pleno de qualidade. O design deve ser muito apelativo e simples. As pessoas devem conseguir apreender a informação essencial com um olhar, saber desde logo o que o produto é. Não são poucas as vezes que o rótulo é um elemento com mais destaque do que a própria embalagem.

2 - Informações relevantes
Neste ponto é importante ter muita experiência na elaboração de rótulos, para que tenha plena noção das informações que devem estar contidas nele, bem como a forma como essa informação deve ser disposta. Deste modo garantimos que essa informação capta a atenção e transmite a sua mensagem de forma positiva e agradável ao olho. Encontrar um equilíbrio entre o texto, cores, imagens e formas é ainda mais importante quando estamos a falar de um rótulo.
Não deve esquecer o tipo de letra e o tamanho da fonte. É extremamente importante que tudo seja facilmente perceptível e legível – evite as letras num tamanho muito pequeno, dá a ideia que tem algo a esconder!

3 - Material ajustado
O material escolhido para a impressão do rótulo deve ser cuidadosamente pensado e testado. A experiência ajuda muito neste tipo de situação. Ajuda a saber que determinado material combina melhor com diversos tipos de embalagem ou até mesmo se algum material utilizado na embalagem “liga” perfeitamente com o que vamos usar no rótulo. O tipo de produto é também importante para sabermos que tipo de rótulo devemos utilizar. Vejamos o exemplo das garrafas de água: um rótulo com textura plástica é muito mais eficaz do que um de papel. O de papel irá humedecer e rasgar, se uma pinga de água se derramar, ou até mesmo quando a garrafa vem fresca, isso não irá acontecer com o plástico. Estas são pequenas coisas a que muitas vezes não lhes é dado o devido valor e a marca acaba por perder algum reconhecimento do seu comprador.

Ter em conta estes três factores vai ajudar a que a sua marca tenha uma maior taxa de sucesso junto do seu target. Passo-a-passo rumo ao domínio do mercado!


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A IMPORTÂNCIA DOS EVENTOS PARA UMA MARCA


Já pensou em organizar um evento para a sua marca mas desconfia dos benefícios que isso lhe irá trazer? Então continue a ler o nosso texto e veja as imensas vantagens que este tipo de comunicação trará ao seu negócio!

A forma mais simples de responder à questão anterior é com a palavra “Proximidade”. Ter proximidade com o seu target vai permitir-lhe dar a conhecer mais facilmente a sua marca/produto ou serviço, ao mesmo tempo que, de certa forma, estará a fazer passar a mensagem/valores/conceitos inerentes à sua marca.

Com efeito, existe uma humanização maior na relação entre o consumidor e a marca, na medida em que existe um esforço maior da marca para que as pessoas possam interagir com a marca e a conheçam a um nível diferente. A possibilidade de as pessoas experimentarem o produto ou serem “educadas” para o usarem de forma mais optimizada são formas de as estimular a estarem mais ligadas à marca.


Por outro lado, a organização de eventos pressupõe que a sua empresa tenha capacidade de organização, solidez estrutural, dinamismo, força e mostra que a marca não está cristalizada. Sem esquecer que será também uma estratégia muito importante para a divulgação de novos produtos ou serviços, dando a conhecer em directo, in loco, o funcionamento do produto e quais as suas principais vantagens.


Tudo isto vai permitir que a sua marca se torne mais próxima do seu público e que até possa ganhar novos adeptos!
Não descure os eventos, veja-os como uma demonstração de força e uma oportunidade de comunicar directamente com o seu público. 


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

PORQUE DEVEMOS INVESTIR EM COMUNICAÇÃO?


A resposta à questão do título é muito simples: investir em comunicação traz retorno para a sua marca. Então, continue a ler o nosso texto e fique a conhecer alguns dos motivos por que deve começar ou continuar a investir.

Em primeiro lugar, com tantas marcas que actuam num mercado cada vez mais competitivo, o consumidor tem uma larga margem de escolha para cada um dos produtos e serviços que existem. Uma pergunta que se poderá colocar é: Porque motivo haveria ele de adquirir um dos seus produtos ou serviços e não o de outra marca? A resposta a essa pergunta não é tão linear como possa parecer. Claro que a qualidade é importante e poderá ser um elemento diferenciador das marcas, mas muitas vezes isso não é bem assim e a marca que é escolhida é aquela que tem uma melhor comunicação. Imagine o seguinte problema: A sua marca tem a melhor qualidade do mercado, mas ninguém a conhece. O seu concorrente tem um produto de menor qualidade, mas comunica muito bem e é conhecido. Perante este cenário, a sua marca tem uma grande oportunidade de crescimento e de toma de quota de mercado, melhorando a sua comunicação e investindo em publicidade.


Podemos também adiantar que para uma marca chegar ao topo e conseguir manter-se lá é necessário que a comunicação seja bem trabalhada – pelo formato de eventos, feiras, ponto de venda, activação de marca, spots publicitários, etc. 
Por si só, a qualidade do produto ou serviço não é suficiente. A marca necessita de estar sempre presente na vida do consumidor, precisa de criar uma relação emocional, transmitir valores, ideias e conceitos relacionados ao seu produto/serviço, precisa de ser diferente das outras opções do mercado, necessita de marcar impacto e de estar sempre na sua memória. Por outro lado, não pense que esse investimento apenas terá que acontecer uma vez... a comunicação deverá ser constante e focada no objectivo de elevar as suas vendas. O erro que muitas marcas cometem é não saber quando e como investir em comunicação, nem como dosear esse investimento. É necessário que tudo seja bem pensado, estudado e preparado. Não invista à toa!
Uma grande campanha poderá não resolver todos os problemas, mas várias acções mais pequenas podem ajudar a que a sua marca esteja mais presente, de uma forma mais constante.



Se toda a comunicação resultar, o retorno vai chegar e a sua marca vai ser mais conhecida e consensual, os seus produtos/serviços vão ser mais consumidos e os lucros vão crescer.


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

DESIGN DE APPS

Fonte: socialbeta

A explosão dos dispositivos móveis tácteis criou um novo mercado para os designers. O das Apps!
Hoje em dia existem Apps para tudo e o seu número não pára de crescer. Um dos elementos diferenciadores nas Apps são a qualidade do seu layout e a forma como são executados em termos de programação. O nosso foco neste texto está em fornecermos algumas dicas para ser criado um design único, funcional, limpo e agradável para a sua App!

1 – Cores
É muito importante “perder” algum tempo a testar as cores que vai querer usar na sua App e assim perceber quais os sentimentos e sensações que pretende passar. O ideal é optar por cores flat ou cores limpas. Claro que depende, em último caso, do estilo a ser utilizado e do objectivo da marca e da App. Apesar de ser um campo um pouco subjectivo, existe sempre a necessidade de tentar fugir a  essa subjectividade e ser o mais objectivo possível – Aplique muito rigor na hora de decidir as cores a serem utilizadas, não se fique pelo “parece-me bem”. Aconselhe-se com profissionais experientes e teste, teste, teste...

2 – Contrastes
O uso de contrastes e cores contrastantes vai ajudar a que a informação fique mais facilmente visível e pode ajudar na sua hierarquização. É uma boa dica para tornar a sua App mais agradável e “catchy”, bem como mais simples, intuitiva e previsível (prever determinados comportamentos do utilizador).

3 - Elementos
Este é um ponto que não deve ser, de maneira nenhuma, descurado. É fundamental ter icons, botões, caixas, texto, imagens, espaçamento... bem trabalhados, facilmente reconhecidos e funcionais. Não se esqueça de dar uma atenção extra ao icon que vai ficar disponível no ambiente do dispositivo!
Por outro lado, a disposição e organização da informação na App também é algo muito importante. Lembre-se dos padrões que normalmente são utilizados e inove a partir daí. Isso vai facilitar o trabalho e maximizar os seus resultados. No entanto, convém não exagerar nas cores e padrões dos botões ou icons– o simples e agradável é sempre uma escolha acertada.

4 - Facilidade de Navegação e Identificação
Um óptimo layout para uma App tem que ser algo mais do que apenas esteticamente apelativo. Isso não basta. A funcionalidade terá que ser considerada fundamental neste campo. Ninguém quer utilizar uma App que seja muito agradável em termos de formas, mas que ao mesmo tempo seja demasiadamente pesada e pouco funcional.
Toda a informação deve ser facilmente consultável e em poucos cliques; as acções devem ser muito intuitivas. É esse o segredo do sucesso no desenvolvimento de layout para Apps!

Num mercado em constante expansão e cada vez mais competitivo, é fundamental que a sua App não fique para trás e para que tal aconteça é necessário que o investimento neste tipo de design seja feito de forma correcta. Lembra-se que o “futuro” (já presente) das marcas passa muito pelas Apps e pela sua capacidade de gerar leads!


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

TER A CASA ARRUMADA


Uma montra magnífica vai fazer com que as pessoas entrem na sua loja, vai despertar-lhes o interesse e vai aproximá-las muito mais da decisão de compra. No entanto, se a loja não estiver bem organizada e os produtos não estiverem colocados de uma forma apresentável, funcional e atractiva, muito provavelmente essa pessoa não vai passar à “acção”! No fundo, a loja deverá estar preparada para concretizar o desejo despertado pela montra. Para que isso aconteça existem alguns princípios básicos que deverá seguir para que a sua loja seja uma verdadeira “loja de sonhos”:

1 - Organização dos produtos
Os produtos devem estar bem visíveis e facilmente alcançáveis (ninguém gosta de ter que chamar um funcionário para lhe “chegar” um produto). A organização desses produtos deverá estar coadunada com o tipo de loja. Deverá sempre existir uma zona quente, onde se expõem as novidades, os produtos que têm mais saída ou produtos que queira escoar... Poderá também optar por incluir aqui promoções ou criar uma zona exclusiva para esse efeito. Lembre-se que os artigos em promoção despertam sempre muito interesse, portanto deverá querer dar-lhes a devida relevância.


2 - Volume
Não carregue as suas prateleiras de produtos. O excesso de produtos provoca confusão e desorganização. O ideal é ocupar o espaço com o stock que realmente vai necessitar e que normalmente é “gasto”. No entanto, não deverá exagerar. Stock a menos poderá dar uma ideia errada de “abandono” ou de desleixo. Procure dosear bem esta sensível questão.
Uma dica: coloque disponível um maior stock para as promoções pois, em teoria, irá ter uma saída maior.


3 - Iluminação
A iluminação é um factor crucial. É necessário que tudo esteja adequado ao conceito da loja, mas que seja funcional. E por funcional entendemos que as pessoas deverão conseguir ver muito bem todos os produtos e os corredores da loja. Por princípio, muito poucas pessoas gostam de entrar em lojas muito soturnas ou sombrias. Já uma loja bem iluminada chamará mais a atenção e dará um ar mais moderno e jovial – aconselhamos as luzes brancas porque são uma excelente forma de realçar o produto!

4 - Espaço
A loja deve ter o espaço necessário para as pessoas poderem circular sem problemas e os produtos devem estar todos visíveis e ao alcance da mão (a menos que não seja possível). Aqui a funcionalidade deverá imperar. Se for possível aliar isso a um excelente design, óptimo! Se não for, dê prioridade ao que é mais funcional. Os seus clientes vão agradecer e a sua loja vai-se tornar um espaço muito mais apetecível – resultado em mais visitas, mais clientes e mais vendas.
Não se esqueça de colocar uma fragrância distinta e agradável, apurando ao máximo o seu Marketing Olfactivo (que está a tornar-se cada mais usual). Isto irá ajudar a marcar a presença da marca e torná-la memorável – quem nunca sentiu um aroma delicioso numa qualquer loja e lá quis voltar só para voltar a senti-lo?
Então podemos perceber que se o aroma da loja agradar, as pessoas tenderão a lembrar-se da marca e a visitar a loja novamente. Experimente e verá como temos razão.

5 - Saber observar
Nada melhor que observar o comportamento das pessoas que visitam a loja para saber o que está bem e o que está mal! Esteja atento e vá fazendo os ajustes em função das reacções das pessoas. O ideal é ter uma posição pró-activa, no entanto ser reactivo, neste caso, também poderá ser benéfico. Não ignore o seu público e dê-lhes a atenção que merece. Quando possível, ouça os seus clientes habituais e pergunte-lhes o que acha desta ou daquela mudança.
Seguindo estas dicas e tendo uma montra apelativa, a sua loja estará mais perto do que nunca do sucesso!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

COMUNICAÇÃO DESCOMPLICADA PARA PRODUTOS COMPLICADOS

Fonte: tuttosu.virgilio

Como toda a gente sabe, existem produtos que criam um certo taboo. Tanto é que, evitamos sempre falar neles. Pois bem, esses produtos também necessitam de ser comunicados. Sendo que são produtos que carregam em si um estigma de preconceito, essa comunicação terá que ser forçosamente ainda mais pensada – A criatividade terá que chegar a um nível extremo!
Então o que devemos fazer para chegar a esse nível e contornarmos esse taboo?
Continue a sua leitura pelo resto do nosso texto e ficará a saber como o conseguir, através de quatro exemplos de quatro marcas brilhantes neste tipo de comunicação!

Temos que admitir que toda a gente adora o Labrador da Scottex. Impossível não amar. No entanto,  alguém já parou para reflectir que se está a publicitar papel higiénico? Pois é, isso mesmo. Ainda que isso seja, quase que completamente posto para segundo plano, fazendo com que não existe choque na visualização do anúncio. É criada uma associação positiva ao produto e é isso que é associado de forma indirecta à marca. Criar todas aquelas aventuras e peripécias em volta do nosso herói canino reforçam a ligação da marca com os seus clientes ou potenciais clientes. Este é um bom exemplo de como contornar o problema inicial de comunicação que existe neste tipo de produtos que nos cria alguma relutância em falar abertamente.

Fonte: revistasaludtotal

Outro exemplo é a comunicação da Durex, que se foca muito em situações do quotidiano e que poderão ser associadas à utilização do produto que estão a publicitar. Não é fácil publicitar produtos de cariz íntimo, pois facilmente se pode chocar a audiência. Sem ser demasiadamente gráfico, a Durex consegue entreter e criar associações positivas à marca, com uma comunicação que muitas vezes é ousada e aguçada. Esta é mais uma das abordagens possíveis para contornar o problema da comunicação deste tipo de produtos taboo.

Podemos ainda destacar a Evax e a sua comunicação. Mais uma situação nada fácil de ser comunicada, mas que é contornado de forma fantástica por esta marca. A sua publicidade normalmente é muito leve, divertida, amigável e muitas vezes até educativa. Consegue criar muitas histórias em volta deste tipo de produto, bem como situações onde ele pode ser necessário, fazendo com que esta seja uma abordagem bastante inteligente para contornar o problema evidente de constrangimento de comunicação deste produto.

Fonte: regalosymuestrasgratis
Fonte: noapagueslatele.blogspot












Por fim temos a Tampax e os seus tampões. A forma como encaram a comunicação dos seus produtos é fantástica. Criam situações muito fortes de aventura e diversão, que demonstram como a mulher se pode sentir segura ao usar os seus produtos. Uma outra forma diferente de saber evitar o taboo de certo tipo de produtos!

No fundo, o que estas marcas fazem é criar situações agradáveis para que a pessoa que está a ver o anúncio se demarque um pouco do produto e dê mais atenção à situação em si. Essa associação indirecta ao produto não implica que a marca não seja memorável. Toda a gente usa essas marcas e esses produtos, mesmo que seja difícil falar sobre determinados assuntos ou produtos, por isso essas marcas continuam na memória do consumidor e a transmitir-lhes sensações positivas.