quarta-feira, 24 de maio de 2017

ECO DESIGN A PREOCUPAÇÃO DOS TEMPOS MODERNOS

É inevitável e cada vez mais usual, no nosso dia-a-dia, encontrarmos movimentos, ideias, produtos, etc., com um cariz ecológico associado. Mas isto não surge por acaso, acontece muito por causa de uma geração revolucionária e muito mais consciente que pensa não numa casa mas no planeta como a nossa casa.


Estamos a falar da Geração Y ou mais conhecida como os “Millennials”, extremamente preocupada com as questões ambientes, e já não tem o foco no desperdício mas sim da não utilização de materiais que coloquem em causa a pegada ecológica. Então as marcas acompanham esta necessidade de identificação e potenciam ferramentas de culto para esta geração e gerações seguintes.
Estamos a falar da Procter & Gamble, por exemplo, que desenvolveu uma embalagem que dita o tempo de banho para que não haja um consumo de água nocivo para a sociedade.

Recorrendo a uma ampulheta criteriosamente colocada na embalagem, esta faz a medição adaptada à utilização do shampoo. Quando começa o banho vira a tampa para baixo, o tempo começa a contar, utiliza a quantidade certa de shampoo, continua com a tampa para baixo e quando desliga a água é só voltar a virar a embalagem para a posição inicial e verificar se cumpriu o seu dever. Não é uma excelente ideia e uma excelente ferramenta “Millennial”?

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

CULTURA NOS ESPAÇOS PÚBLICOS A CUSTO ZERO

Hoje o tema que nos leva a escrever poderá ser associado a “recordação”, “talento”, “música”, “momentos marcantes”, etc. E não estamos a falar do Got Talent, X-Factor nem do Ídolos, algo bem mais simples e discreto.

Quantos de nós já se depararam, em determinados espaços públicos, tais como, por exemplo, a zona de embarque dos Aeroportos, num piano por vezes solitário ou com futuros passageiros corajosos a “dar cartas” no teclado?! Pois bem, poderemos considerar que este acto do aeroporto ou de quem teve a ideia é de facto uma excelente ideia… Pense bem. Quem ouve ou quem toca, não irá ter mais tarde um acto de recordação? É bem provável!


A este movimento chamamos-lhe cultura a custo zero. Certo que o piano teve o seu custo mas a utilidade e o charme é tanto que rapidamente será amortizado.

Ninguém tem dúvida que a música tem a capacidade de nos levar para um imaginário incrível e totalmente emocional e se a pessoa que teve coragem de tocar for boa “temos um espetáculo” sem pagar bilhete, quanto mais não seja para aquele espetáculo em específico. Certo que pode gerar constrangimentos, mas quem é que tem a coragem de ter uma multidão a olhar para ele e gerar descontentamento? Certamente que quem se sentará para tocar piano será uma pessoa confiante e 100% solidária.

Hoje em dia, ter um consumidor culto poderá ser meio caminho andado para um posicionamento, para gerar procura ou simplesmente criar um momento bem passado, e não se esqueça, neste caso a custo zero!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

4 TENDÊNCIAS DE PACKGING E DA SUA COMUNICAÇÃO

Num mundo em constante mudança e reforma, cada vez mais com o objectivo na preservação e ao mesmo tempo na rentabilidade e viabilidade económica, muitas marcas conseguiram organizar-se e já estão com lançamentos, para 2017, com produtos que visam “vestirem-se” de forma mais consciente. Por outro lado a sua comunicação tende a ser mais vistosa e vibrante.

Quando falamos em vestir produtos, estamos naturalmente a falar do seu packaging. E o que é isto de Packaging consciente?

As primeiras duas tendências e as mais conscientes representam um mundo melhor e mais responsável pelo meio que nos rodeia, com a vertente “eco” e a vertente saúde bem patentes.


O Eco é uma tendência em crescimento pois cada vez mais se utilizam embalagens biodegradáveis ou recicladas. Por exemplo, sabia que as embalagens de alimentos são um dos maiores poluidores pelo excesso de resíduos nos aterros e oceanos? Pois é…e por isso destacamos esta atitude responsável do designer Felix Pottinger que se lembrou de fazer uma embalagem para alimentos biodegradável feita com ervas marinhas, especialmente pensadas para a indústria alimentar. Como poderá ver na imagem.

Outra das tendências é precisamente a preocupação pela saúde e dessa forma a embalagem terá que representar isso mesmo através de uma comunicação focada, em que os claims passam a ser os nutrientes, as calorias e a percentagem de quão natural é o produto.


Já na 3ª tendência encontramos algo curioso e bem pensado. As medidas do vestuário viram inspiração para texturas e outros segmentos de produtos. Por exemplo um sumo ou um leite mais ou menos concentrado poderá ter na sua embalagem as letras S M e L com o tamanho/concentração assinalada S, M ou L correspondente. Por exemplo S para uma baixa concentração e L para uma concentração maior de frutas. A textura também poderá ser referenciada através de pontos de relevo menores ou menores como podemos ver na imagem.


Por último, temos a tendência de cores fluorescentes, que especialmente estão adaptadas a produtos mais noctívagos, como é o caso das cervejas Haudegen aqui ilustradas. Com base escura tende a realçar à noite o que verdadeiramente importa, portanto, estamos a falar de uma embalagem adaptada e visivelmente feita para saltar aos olhos dos consumidores.

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

OS 3 LÍDERES DE OPINIÃO PORTUGUESES MAIS INFLUENTES PARA AS MARCAS

É impossível não falar deles e não passar um dia sem que algo ou alguém os refira. A sua notoriedade nacional e internacional atinge um valor espantoso e possivelmente imbatível na próxima década. São o verdadeiro sonho das marcas uma vez que irão potencia-la e render milhões com a sua presença ou ainda mais com o seu nome associado.

Fonte: Hiper FM
Na moda estamos a falar de Sara Sampaio, segundo a Marktest esta reúne a preferência de cerca de 35% dos portugueses e a nível internacional é está no Top Sexiest Models. Sem dúvida uma individualidade credível e referência para biliões de terrestres. Tudo que Angel da Victoria’s Secret vestir ou declarar como marca da sua confiança será certamente um sucesso de vendas.

Outra das figuras públicas a destacar é o Ricardo Araújo Pereira, o humorista dá o “bom dia” a todos os portugueses com a sua “Mixórdia de Temáticas” na Rádio Comercial, foi um dos mentores do Gato Fedorento e também recentemente uma das figuras de destaque da MEO.


Quem não o recorda? Quem nunca o ouve? Ninguém fica verdadeiramente indiferente e apesar de o próprio referir que o humorista não é trendy ou suficientemente uma figura que transporta as pessoas para um imaginário idílico por desmascarar e desconstruir a sociedade, consegue divertir, consegue verdadeiramente proporcionar um momento único com grande probabilidade de recordação. Então, para uma marca o registo deverá ser esse mesmo, humorístico. Muito provavelmente o Ricardo Araújo Pereira será o artista ideal para o lançamento de uma marca, uma vez que vai conseguir entrar em casa das pessoas de forma descontraída.

Fonte: Goal.com
E porque os últimos são sempre os primeiros, falamos do português mais falado de sempre, bate todos os records, de dia para dia, e até já tem uma galáxia com a sua marca. Não sabemos se há vida nessa galáxia, até porque está a 12,9 mil milhões de anos-luz, mas sabemos sim que o nosso CR7 dá muita vida a muitas marcas. Segundo o IPAM, o actual rosto da MEO, “é o futebolista com maior notoriedade, nacional e internacional, atingindo 94 pontos numa escala de 0 a 100”. É verdadeiramente incrível, até porque as variáveis são exigentes e provêm do Sports Reputation Index que o avalia em 6 dimensões: Receitas, Media, Web, Palmarés, Social e Impacto.
Resta agora avaliar os custos e apostar numa figura de referência para apadrinhar ou amadrinhar a sua marca. As vantagens são evidentes e certamente que tornarão a sua marca num verdadeiro astro de nível mundial.

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

UMA BOA COMPOSIÇÃO TIPOGRÁFICA, PARA UM MOMENTO MARCANTE

A escrita não foi o veículo de comunicação original do ser humano, mas é um elemento que perdura e nunca mais foi substituído por uma forma mais evoluída, até hoje.
Certo que algumas tendências e ventos de mudança se aproximam, mas não é isso que vamos falar hoje. Curioso(a)? Então continue a ler este texto, prometemos que não se vai arrepender e até poderá ter uma ideia para desenvolver connosco, senão encarregue-nos disso.

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Uma das grandes tendências de comunicação é o uso do meio de comunicação mais natural para fazer chegar uma mensagem clara, chave e objectiva.
O uso da tipografia, com a composição de objectos e linhas gráficas que se transformam em letras, é uma estratégia de comunicação bem conseguida, para criar uma interacção visual. O consumidor, ou neste caso o leitor poderá ter reacções bastante díspares, desde achar piada, identificar um elemento que nunca o imaginou “assim”, a até mesmo começar a fazer associações mentais futuras relacionadas com a imagem à qual se deparou.

Este tipo de estratégia terá que ser bem pensada e não dará para todos os suportes de comunicação, uma vez que poderá jogar os “bolds” com os tamanhos, cor e textura, considerando ainda que a disposição dos caracteres poderá estar ajustada à fluidez da marca. É muito específico e deverá ser para um suporte em que a pessoa observe sozinha. Acaba por ser muito pessoal, ainda que depois partilhe com alguém. Ousa atingir o nível de “arte”.

Um bom exemplo é o Relatório de Contas Anual, para as empresas que ainda têm o hábito de o fazer, por exemplo. Ainda que muitas o façam em digital, um impresso com este modelo tendência poderá surpreender tudo e todos.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O RETRO ESTÁ DE VOLTA, MAS MAIS EVOLUÍDO

Este é um estilo que não é de todo desconhecido e tem vindo a perfazer muitos revivalismos ao longo dos últimos anos. Recorda-se do regresso de produtos como o Fizz Limão, o Fiat 500 e, por exemplo, óculos Rayban do tempo em que esta tinha parceria com as lentes Bauch&Lomb? Pois bem, a estratégia era replicar, apenas com algumas alterações, mantendo a chama viva.

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O que se tem vindo a verificar é que o Retro está de volta, mas mais hi-tech! O que isto quer dizer? Bom, acaba por ir buscar ideias passadas e adapta-las à tecnologia actual, melhorando a qualidade de vida ou simplesmente dar um boost futurista ao produto revisitado.
O novo 3310 da Nokia é exemplo disso assim como o mítico casaco da Levis conectado à Google.

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Jamais no nosso campo, no design, o mesmo acontece mas numa outra dimensão. A inspiração está na cor e no objecto ou dos produtos lançados entre os anos 70 e 90. Imagine que pretende comunicar um evento de música, mesmo que este não seja com música desta época!
A tendência é comunicar com elementos e cores da época referida. Qual a intenção? Será precisamente reviver, criar um sentimento de nostalgia e viagem no tempo que nos dê a possibilidade de experienciar momentos, acções ou eventos com esta linha, mas mais sofisticados e actuais.
Isto acontece porque o consumidor é diariamente bombardeado por vários conceitos aborrecidos, acaba-se por cansar e há que tornar a viver, os bons velhos tempos.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Q’RIA AUMENTA 40% EM VENDAS, A CLIENTE

No fim do ano de 2016, a Quinta do Noval registou um aumento de vendas em 40%, após a renovação do espaço comercial em Agosto de 2014.

As cidades do Porto e Vila Nova de Gaia estavam e estão a atravessar uma fase trendy, milhares de turistas escolhem a zona da baixa, ribeira do Porto e ribeira de Vila Nova de Gaia, diariamente para visitar os pontos de interesse, aproveitando tudo o que o comércio tradicional local oferece.



A loja da Quinta do Noval, localizada precisamente no seio das Caves do Vinho do Porto, na marginal de Gaia, recorreu à Q’ria para que houvesse uma adaptação natural ao potencial consumidor.
A Q’ria pegou no projecto com todo o afinco e desenvolveu um conceito acolhedor e versátil, que acompanhasse o que realmente o turista e o amante do Douro Vinhateiro aprecia. Então, houve uma necessidade de reunir todo o ADN da marca e transmiti-la no espaço. A simbiose entre o tradicional e o contemporâneo, a natureza representada pela pedra e pelas madeiras e a cor alinhada com a identidade da marca, foram os factores base para o desenvolvimento criativo.
Outro ponto de destaque foi a identificação dos pontos quentes, destacados, posteriormente, com frisos de luz, motivando a escolha do produto.



Portanto, categoricamente conferindo à marca de vinhos Quinta do Noval uma lado autêntico, que representasse as gentes, paisagem e vinho produzido na quinta, sem esquecer o foco no cliente e a vertente mais comercial. Esta visão adquirida ao longo de 20 anos de experiência, a acompanhar tendências e estratégias de implementação que resultou na perfeição deixando o cliente extramente satisfeito.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

UMA ESTRATÉGIA VENCEDORA COM O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Despertamos o interesse? Sim, desenvolvemos um projecto onde tivemos a honra que fosse experienciado pelo nosso Presidente da República.
Para nós cada projecto tem um sabor especial e este não foge à regra. Desafiante, dinâmico, e a sua componente histórica suscitou desde logo um misto de mistério, criatividade e seriedade. Isto porque a história é um facto passado que não poderá ser desvirtuado, nem tão pouco abordado com leviandade. Ora, estamos a falar das Rotas de Sefarad, um projecto co-financiado pelo Ministério da Cultura Português e pelo EEA Grants (European Economic Area - Iceland, Liechtenstein and Norway). Como tal, foi assumida uma responsabilidade e um compromisso internacional sem margem para erro.


Começamos pelo desenvolvimento do conceito, sabendo que estávamos perante uma história da passagem dos judeus sefarditas por Portugal e as suas marcas desde o século XV.
Estamos a falar de 139 cidades e freguesias, reunidas em 37 municípios, um número bastante interessante e homogéneo no que compete à distribuição territorial, em solo nacional.

Esta magnitude e importância teria de estar patente em todas as peças que foram desenvolvidas para aquela que seria a Exposição em torno da história dos sefarditas. Dada a exclusividade e estarmos perante uma Exposição onde seriam exibidos artefactos e registos únicos da sua passagem por Portugal, consideramos o preto como fundo, sendo que é também uma cor ajustada à cultura judaica. Depois o dourado, que acaba por representar “a época dourada da história” dos sefarditas e o seu contributo para a sociedade portuguesa, como também representa elementos da própria cultura.


A Exposição

Intitulada como “Heranças e Vivências Judaicas em Portugal”, esta exposição teve como calendário iniciar-se na Torre do Tombo, em Lisboa, e quase em simultâneo em Oslo na Noruega.
A partir daqui ganhará mobilidade e irá percorrer os 37 municípios que compõem as Rotas de Sefarad.
Para a iniciativa foi necessário desenvolver toda a disposição de mobiliário, catálogo, suportes de comunicação e, claro, tudo isto tendo em conta a rota natural de passagem dos vários visitantes.
Mais um dote importante na categorização dos projectos é efectivamente haver o cuidado de tornar a exposição, agradável, funcional e arejada. Assim, permitindo um fluxo regrado e sem atropelos. Para uma exposição deste tipo e pelo facto de conter elementos de grande importância e que têm o seu tempo para leitura e interpretação será necessária uma exposição que não canse o visitante e lhe dê espaço físico e temporal para estar à vontade na assimilação.

A Comunicação

Após a finalização do conceito e espaço de exposição, há que comunicar, tornar o evento ou acontecimento mediático e envolvente. A componente estratégica entra em acção e para esta iniciativa consideramos alguns pontos importantes:
- Inauguração
- Conferência
- Marketing Digital

- Assessoria de imprensa


A Inauguração era pertinente, uma vez que se tratava de um assunto inédito e internacional. A presença conseguida do Presidente da República foi extremamente positiva e que catapultaria todo o mediatismo necessário. Uma vez validada houve a necessidade de providenciar todo o protocolo associado, bem como as diligências necessárias como a gestão do espaço, hospedeiras especializadas para receber e encaminhar todos os convidados, etc. Facto: Convertendo-se num sucesso!
A Conferência seria importante para que existisse uma vertente mais analítica e credível para a imprensa e para os demais convidados e interessados nesta iniciativa. De destacar a Embaixadora de Israel e o Embaixador da Noruega para a projecção internacional.
Posteriormente, a adequação dos meios necessários para divulgação durante o mês da inauguração, como é o caso do Marketing Digital, falando mais propriamente das Redes Sociais e do Mail Marketing. Já a assessoria de imprensa fundamental para explorar a notoriedade associada e acrescida pelo envolvimento do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Em jeito de conclusão, este caso serve como um “Case Study”, projecto interessante, envolvente e que superou as expectativas de quem nos confiou o projecto em concurso público.

quarta-feira, 29 de março de 2017

O GAP ENTRE O INVESTIMENTO E O RETORNO EM MARKETING

Caso seja o Gestor da Empresa ou Director de Marketing, já se questionou, muitas vezes, do quanto uma campanha ou acção de marketing lhe pode “render”. Bom, há que mensurar cada passo, sim, mas antes deverá seguir passos firmes.
O nosso conselho mais primário é conhecer a empresa, de verdade. Falando um pouco do nosso prisma, por vezes, damos por nós num cliente e ele tende a omitir dados que nos são importantes, muitas vezes sem intenção. Ora, se assim for começa-se a desenvolver o “gap”. Cabe-nos a nós elimina-lo, desmistificando-o ou fazendo o verdadeiro papel de pároco imperando “então confesse-se”!

Foto: flirck.com
Portanto, não faça isso internamente, porque vai ter de fazer um briefing e terá que espelhar esses pontos no objecto ou introdução do mesmo. Então, a primeira parte ocupe-a com a análise interna e externa da empresa, ou seja analise o seu marketing-mix, missão, valores, etc… e também a sua concorrência, mercado e dados socioeconómicos.
Estes dados serão importantes e darão suporte ao passo seguinte.
O 2º passo resulta das conclusões do primeiro, se o passo for criar um produto novo por via de um nicho identificado na análise interna, então há que o trabalhar. Se da sua análise resultou um reposicionamento de produto, vamos elaborar um plano de acção para que o mesmo tenha um maior fluxo de vendas. E aqui temos o briefing.
No 3º passo vem para nós a parte mais divertida, que é agarrar o desafio. Tente que este não ultrapasse mais uma página. Disponibilize a análise estruturada, poderá haver pontos que à partida não identificou e que uma pessoa que lida com casos distintos consiga detectar.
Neste passo é assim desenvolvido, o conceito, plano de acção e método de implementação, sempre sustentado com base nos passos anteriores. Esta ordem de trabalhos é importante para o aspecto central deste artigo (o retorno).

Foto: Behance

No 4º passo dá-se o desenvolvimento de ferramentas ou métodos de medição de retorno.
Por exemplo, num lançamento de um novo produto é importante, se se tratar de um evento de “prova”, sentir o que o consumidor esteve a saborear, usar ou experimentar. Muitas vezes isto é feito através de um inquérito, ou simplesmente pelo feedback que deixou na rede social. Num evento, será a adesão, mas também tal como o produto novo poderá ser a repercussão que houve nos meios ou na divulgação dos intervenientes no seu grupo de influência. Em que este último, se repercute nas vendas.
No fim há que fazer contas e ajustar a estratégia com as conclusões das iniciativas com uma nova análise de mercado.

Não se esqueça da fórmula mágica:
ROI = ((Receita gerada – Custos da campanha) / Custos da campanha) * 100

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quarta-feira, 22 de março de 2017

3 PASSOS PARA O MELHOR CATÁLOGO DE PRODUTO

Um dos grandes quebra-cabeças de um Brand Manager passa pela aposta num catálogo que represente e transmita o produto convenientemente. Siga o nosso pensamento em 3 passos para este suporte de comunicação e ficará com uma noção dos detalhes a ter em conta, antes de o enviar para produção.
A nossa intenção é: pense em cada “investimento” na sua marca de forma coerente e cumpra o objectivo a que está destinada.
Vamos passar aos passos a seguir? Então vamos lá…

1. Faça uma boa sessão fotográfica

Hoje em dia, a tecnologia evolui de uma forma estonteante e de dia para dia a qualidade digital aumenta tanto que o real se confunde com o digital. Com isto queremos dizer, que com um bom material e um bom fotógrafo conseguimos tornar a experiência visual de uma boa fotografia como algo tão real e autêntico que o nosso catálogo vai brilhar.
O melhor fotógrafo para o seu produto preocupa-se com detalhes como a luz, o cenário ideal, a colocação do produto e um sem fim de atributos que serão necessários para que consiga realçar a essência do produto ou da intenção da fotografia.
Sim, é importante transmitir ao artista, via briefing ou abordagem sistemática o que é pretendido, para que este analise e operacionalize.

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2. Critério de comunicação para o Catálogo
Este passo é bastante importante. Aqui a pergunta que tem de fazer logo no início da delineação é: “Como vai ser distribuído e onde vai ser colocado?”.
A segunda questão é: “Que quantidades iremos produzir?”. São duas questões cruciais para que o catálogo tenha impacto. A distribuição poderá ser em mão, marketing directo, na loja, distribuído na rua, etc. Para este ambiente será necessário adaptar o tipo de papel e tamanho do catálogo. Na loja poderemos ter um catálogo maior, com um toque mais suave e até uma capa dura, por exemplo. Já numa distribuição na rua, terá que ser um catálogo mais versátil.
Saber que quantidades haverá possibilidade de produzir, caso ainda não tenha decidido que tipo de distribuição fazer, torna-se uma questão decisora para o tipo de distribuição.
Imagine que o budget destinado a este suporte é reduzido, então poderá ser mais interessante fazer poucas quantidades e apostar num catálogo em loja e em espaços que estejam identificados com o produto, com um material mais “cuidado”.
Outro dos aspectos importantes é o consumidor sentir que ao pegar no catálogo da marca está a sentir o produto nas suas mãos. Ao pensar nele pense como uma fusão, um transcender da marca.
Por fim, tal como nas revistas a publicidade mais cara é na página ímpar, ora no seu catálogo assuma a página ímpar como a “estrela”. Ou seja, coloque o produto, mais caro, o que quer vender mais ou aquele que represente mais a marca.

Print Design

3. As características certas são um bónus

Há catálogos de produtos que ganham pela simplicidade, outros por explorar o pormenor ou até mesmo aqueles que ganham pelo aspecto inovador e pelo design.
Mais uma vez alertamos para a necessidade de transmitir no catálogo o conceito da marca e do produto que pretendemos dar a conhecer. Irá ditar o princípio deste rumo. Mas teremos que ter em atenção o que realmente o nosso consumidor ou potencial consumidor pretenderá reter e o fará pesquisar ou até mesmo comprar o produto.
Queremos com isto dizer que poderá passar por serem apresentadas as devidas características como cores, tamanhos, preço, etc. ao ponto “zoom” de um pormenor do produto.
Não se esqueça que um catálogo é uma operação de venda, faça-o com esse intuito!