quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

SAIBA COMO FAZER UMA EXCELENTE CAMPANHA MARKETING DE GUERRILHA


Primeiro é importante começar por definir o que é Marketing de Guerrilha. Jay Conrad Levinson, pai do conceito Marketing de Guerrilha, define-o da seguinte forma: 
“achieving conventional goals, such as profits and joy, with unconventional methods, such as investing energy instead of money” (http://gmarketing.com/).
Ou seja, alcançar os objectivos de uma forma “fora do convencional” e onde seja gasto pouco dinheiro/recursos.

Posto isto, podemos concluir que é uma óptima estratégia para as empresas mais pequenas, que geralmente têm um orçamento mais reduzido. Uma boa estratégia é criar algo que não se assemelhe a um anúncio tradicional, deve antes ser inovador e causar impacto! Mas vamos por partes:

Planear tudo de forma detalhada é o caminho do sucesso. Calcule bem os riscos mas não deixe de tentar provocar choque com a sua acção de guerrilha.
Deve, também, aproveitar a forma de objectos que já existem, aproveitar espaços ou jogar com perspectivas. Por exemplo, usar o quotidiano como forma de inspiração ou forma de actuação. Túneis do metro, paragens de autocarro, bancos de jardim, postes de electricidade, passadeiras, árvores... as hipóteses são infinitas.














Outra estratégia que poderá explorar são os flashmobs ou campanhas virais. Os primeiros tendem a surpreender toda a gente e, geralmente, são alvo de filmagem e partilha. O que é diferente causa sempre espanto e numa sociedade como a que vivemos a necessidade de partilha é ainda maior. As campanhas virais entroncam um pouco nesta questão; ou seja, deve existir uma tentativa de incentivo a que algo se espalhe por si mesmo e que gere buzz, cortando nos custos da promoção e distribuição.

Por outro lado, ter uma boa relação com os media e/ou bom engagement nas redes sociais vai fazer com que a sua campanha tenha mais probabilidades de sucesso. Gerar o tal buzz e “passa a palavra” são muito úteis para que a mensagem passe e chegue a um grande número de pessoas, tornando a estratégia de guerrilha num sucesso! O boca-a-boca é algo que acontece muito neste tipo de marketing que pela sua natureza tende a criar espanto, logo é mais passível de ser partilhado e comentado pelas pessoas. Além da eficácia é também uma estratégia que não custa dinheiro (directamente).

O marketing de guerrilha é um instrumento muito forte e capaz de promover resultados muito vincados. É uma poderosa arma que deve ser usada de forma estruturada e sábia. Não se esqueça que é uma maneira de equilibrar o jogo a favor dos pequenos e tornar o mercado mais agitado e volátil.



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O QUE NOS LEVA A COMPRAR?


Quando pensamos em comprar algo a primeira razão que encontramos é de uma necessidade básica que precisamos suprimir. Mas será que é só isso? - Não!
Existe muito mais. É essa a questão que iremos abordar esta semana!

Já se deu conta de como, muitas vezes, vai ao supermercado e compra muito mais do que aquilo que realmente precisa?  Porque será que o faz? - A resposta é simples: Porque as pessoas não compram apenas aquilo que precisam e são influenciadas por muitos factores que as fazem comprar um ou outro produto.

Os nossos hábitos de consumo são definidos por idade, género, profissão, religião, dinheiro, valor, necessidade, impulso, sentimentos, status... uma infinidade de possibilidades. Mas, no fundo, somos todos influenciados pelas marcas (quer seja pelo preço, status ou valores).

As nossas compras podem ser, efectivamente, por necessidade – por exemplo: temos sede, compramos água. A questão reside em que água comprar e porquê. A água mais barata pode ser igual à mais cara, no entanto existem pessoas que levarão a mais cara e outras a mais barata. Status poderá ser a resposta. Ainda assim, nem sempre é por esse motivo. Por vezes, o design conta, as cores contam, a própria marca conta. Tudo depende do valor que atribuímos ao acto de beber água, se somos ou não fieis a uma marca, do dinheiro que estamos dispostos a gastar...
Por outro lado, ainda podemos, como já foi dito, ir ao supermercado para comprar água e chegar à caixa de pagamento e pegar num pacote de pastilhas elásticas! Acabamos de criar uma necessidade que não tínhamos antes, ou melhor, cedemos a um impulso de compra. 


Podemos também transpor isto para outra dimensão – a das necessidades que achamos que temos, por exemplo, a de ter uma telemóvel. Hoje em dia é praticamente inconcebível não se ter pelo menos um telemóvel! As marcas acabam por entrar na mente do consumidor e criar-lhe a ilusão de necessidades que, na verdade, não possuem realmente. Mas será que isso é assim tão cinzento, como aparentemente dito assim parece?... - esta é a Economia de Mercado... o Capitalismo! E que nós tanto gostamos. Será que é assim tão negativo ter essas “necessidades”? Ou sermos seduzidos por essa “magia”? Claro que não! Quem não gosta de sentir aquela adrenalina de abrir a caixa do seu telemóvel e tirar-lhe e película protectora? De mostrar o seu Smartphone, último modelo, a um amigo? O prazer também está associado à compra! E o seu amigo como fica? Será que não lhe desperta a vontade de comprar? 

Todos estes factores influenciam a forma como compramos e a forma como nos posicionamos na sociedade em que vivemos. 



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

AS 5 LEIS DA MENTE CRIATIVA


Uma ideia é um ponto de partida para a criação de algo novo e diferente. É um processo que necessita ser trabalhado e aprimorado. Uma ideia é como uma pedra que precisa de ser moldada para se tornar uma escultura!
Não pense que ter ideias ou ser criativo é apenas um dom... existem muitas formas de se estimular o processo criativo. Ora veja:

1 - Ler muito e observar muito
Ler, ler e ler. Abrir os seus horizontes, apreender novas perspectivas e formar contextos, são importantes formas de estímulo criativo. Quanto mais conhecimento sobre aquilo que o rodeia mais hipóteses tem de ir mais além... ou mesmo de se inspirar.
Observe o mundo, o que se faz, o que já foi feito e o que ainda está por fazer e precisa ser feito - combine isso com os seus conhecimentos e feitos que julga impossíveis de poderem acontecer!

2 - Faça Brainstormings
Esta técnica é óptima para se sistematizar informações. As palavras ou pequenas ideias podem resultar em grandes ideias ou em grandes progressos. Nada do que possa dizer será inadequado. Trabalhe sobre isso, “parta pedra” e os resultados virão. A discussão em grupo também poderá ajudar... Alias o trabalho em equipa é sempre muito mais fácil – no nosso caso, felizmente, só podemos estar orgulhosos da equipa que temos.



3 - Desafie as regras
Não se conforme com o trivial. Queira sempre ir mais além. Desafie o óbvio. Seja diferente e sem preconceitos. Diríamos mais... faça aquilo que nunca ninguém fez. Se uma ideia lhe parecer óptima e decidir partilhá-la com alguém veja a reacção dessa pessoa. Se concordar consigo... desconfie – as melhores ideias são aquelas que parecem as mais estapafúrdias... aquelas que à partida causam atrito. Isso é ser diferente e desafiar o instituído, causando assim alguma relutância à primeira vista.

4 - Sem medo de errar / persistência
Falhar faz parte do processo de crescimento de qualquer individuo. Libertando-se desse complexo estará mais livre para pensar sem restrições, logo, a probabilidade de “vitória” será maior – lembre-se que o certo ou errado é algo MUITO relativo. 
Porque é que acha que se costuma dizer que as crianças são muito criativas? Porque elas não têm as barreiras ou preconceitos que vamos adquirindo ao longo do tempo... isso permite-lhes ter um pensamento mais livre – logo mais criativo.

5 - Ocupar-se com outra tarefa
Quando existe pressão, por vezes, é mais difícil que o pensamento flua. Relaxar, pensar noutra coisa, praticar desporto, passear... pode ajudar a que as ideias apareçam. O importante é nunca desistir e anotar tudo aquilo que possa ser um progresso ou desenvolvimento – assim evitará que se possa esquecer!

Em suma, ter predisposição para a criatividade ajuda mas não é tudo. Não pode ficar apenas “agarrado a isso”... tudo se trabalha e tudo é passível de ser melhorado. É preciso treino... é como ir ao ginásio!
Com o tempo tudo se vai tornando mais fácil e mais “descontraído”. Tente ser flexível e estar aberto a novos desafios – sair da sua área de conforto pode ser meio caminho andado para aguçar o engenho e criar.



quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O WEBSITE QUE SEMPRE DESEJOU


O design sempre foi uma peça fundamental na engrenagem da comunicação e hoje, numa vertente web, assume um papel ainda mais relevante no contacto com o cliente ou potencial cliente. As lojas online multiplicam-se e os sites corporativos passam a ser uma face da empresa. Num meio onde a competitividade é global, como deverá fazer para se destacar? A resposta é clara: Ter um website TOP!
Para o ajudar apontamos alguns dos pontos-chave para o conseguir!

1 – Planeamento
A fase mais crítica é mesmo a do planeamento. É aqui que tudo é pensado e experimentado – um bom plano, realizado por uma equipa experiente, trará resultados. 
Devemos pensar na finalidade que o website terá, na forma como vai ser apresentado, os conteúdos a serem inseridos e onde serão colocados, as cores, as formas, os espaçamentos, a tipografia, os tamanhos, as margens... - Tudo.
Nada pode ser deixado ao acaso.

2 – Estrutura
A estrutura do website é algo fundamental e tem que ser pensada para o objectivo final da empresa. É esse propósito que deverá e quererá destacar. Não esquecer o call to action! Colocar em destaque aquilo que mais interessa e ter atenção às zonas quentes do olhar! É aí que deverá ser inserida a informação mais relevante. As imagens devem ser estrategicamente seleccionadas e posicionadas no local ideal. Um conselho: não exagerar no número de páginas ou elementos.
O website deve ser pensado num formato responsivo que, além de ser mais agradável na navegação em dispositivos moveis (cada vez mais proliferados), é um ponto positivo no ranking da Google. Ou seja, o seu website terá um índice de qualidade maior e será mais relevante na pesquisa do conhecido motor de busca.

3 – Navegabilidade
O utilizador deverá conseguir navegar facilmente por todo o website e encontrar diversas formas de chegar a todas as páginas. A redundância de informação e de acções é um ponto importante, na medida em que o utilizador deverá ter mais do que uma forma para realizar a mesma acção tudo (como já foi referido, não exagerar... a experiência neste campo faz milagres) – não queremos desviar o nosso público do objectivo final, nem queremos que se disperse na página. A título de exemplo: numa loja online incluir várias possibilidades diferentes de compra ou ter os contactos sempre visíveis no topo da página.

4 – Texto
Os textos devem ser bem escritos, perceptíveis, legíveis e direccionados para o target que se pretende atingir. Outra preocupação a ter em conta aquando da elaboração dos textos é a estratégia de SEO (Search Engine Optimization), que tornará o texto mais “pesquisável” no Google.
Uma boa prática será criar um blog e incluir lá textos originais, relevantes e que interessem ao público-alvo – isto permite aproximar o público e a empresa e facilita uma identificação com a marca, produto ou serviço.
Outro aspecto, não menos importante, é a escolha da fonte – à primeira vista parece algo irrelevante e até simples, o que é certo é que não é. Requer um grande trabalho de pesquisa e de tentativa-erro (muita experimentação!). 

5 – Cores
Deve existir harmonia na palete de cores! A utiliz
ação de cores associadas à marca e de cores que sejam agradáveis à leitura são os segredos para o sucesso – não se esqueça que o espaço para o olhar “respirar” é muito importante para não cansar o leitor!

Em jeito de conclusão podemos dizer que todos estes elementos são muito importantes para ter um website com uma elevada performance e que se traduz em resultados.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

VALOR VS PREÇO

Imagem retirada do Facebook - Palavra do Cliente

A grave crise económica que passamos (e que ainda vivemos resquícios) trouxe consigo uma mudança de mentalidade no que toca à valorização da comunicação e, consequentemente, das marcas. Grande parte delas espremem preços constantemente, mesmo que saibam que os resultados e qualidade possam ser piores. O preço passou a estar à frente do valor. O básico superou a criatividade – a ideia do “vamos desenrascar”. Fazer de conta que se comunica é, infelizmente, uma ideia que se generalizou. As marcas que se destacam são aquelas que pensam mais além e que se preocupam mais com o valor.

Posto isto, é necessário distinguir valor e preço. Segundo o Dicionário Priberam, valor é: “O que vale uma pessoa ou coisa”. Já o mesmo Dicionário refere que preço é: “Valor pecuniário de uma coisa ou dinheiro que se dá por ela”. Na generalidade podem parecer sinónimos, na prática são bastante diferentes. O facto de pagarmos um preço em dinheiro por algo não quer dizer que o seu valor seja efectivamente esse –  Preço é o que se paga, valor é o que se leva. 

Com efeito, é evidente que existe uma necessidade de mudança – e urgente. O investimento (sim é mesmo um investimento e não um custo) na comunicação deverá aumentar. O valor associado a uma marca depende da forma com ela comunica. Se assim é, porque é que continuamos a inferiorizar a forma como se comunica? Porque se desvaloriza o interesse em ir “mais além”, ser diferente, ser criativo, ser muito mais do que o básico e tradicional - Produto de qualidade + Comunicação adequada = Marca de Sucesso. 

Nunca ouviu dizer: “O barato sai caro”? Pois bem, é de facto verdade. Quantas vezes gastamos dinheiro em algo que não nos traz retorno? Procuramos seguir o caminho mais barato mas, no final de contas e pondo os pratos todos na balança, verificamos que ao gastar um pouco mais de dinheiro e usar materiais com qualidade, feito por especialistas, isso resulta num valor maior... num produto bem comunicado... financiando a criatividade e os criativos Portugueses (muitos deles acabam por emigrar, visto que, infelizmente, lá fora o seu reconhecimento é maior). Uma estratégia deste tipo irá fazer com que o investimento seja útil e acertado. Uma estratégia firme e certa é melhor que várias campanhas de baixo custo monetário mas efémeras e mortas à partida. 

Reflicta bem sobre isso. Que valor é que isso trouxe para a marca? Não terá sido um mau investimento?

Não se pode continuar a desvalorizar o meio comunicativo e criativo, sob pena de as marcas se tornem meros produtos standarizados, inconsequentes, frios e “sem sabor”.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O PRESS KIT IDEAL


Vivemos numa época onde o volume de informação é imenso... então o que devemos fazer para sermos destacados em relação ao resto? O que podemos fazer para chamar a atenção do jornalista, blogger ou opinion maker? Um press kit criativo, que marque a diferença, será a resposta – não queremos ser apenas mais um no meio de muitos.

É com isto em mente que apresentamos alguns conselhos que podem ajudar a tornar o seu press kit em algo interessante e marcante.

- Ser diferente
Basta imaginar como será, geralmente, o ambiente de uma redacção de um jornal ou órgão de comunicação – caótico. Então porque é que o Jornalista, com uma sobrecarga enorme de informação, iria dar atenção a uma mensagem que temos a intenção de passar? - Pois bem, a resposta é simples: se apresentarmos uma imagem forte, capaz de cativar com o olhar, seja na embalagem como no próprio conteúdo escrito (press release, informação sobre a empresa e produto/serviço) e gráfico (fotos ilustrativas do produto/serviço e gráficos comparativos com a concorrência) temos mais chances de chamar a atenção - pede-se criatividade e muita experiência.

- Press Release imediatamente publicável
Por norma o Jornalista é alguém que tem pouco tempo a perder e, portanto, será interessante poupar-lhe algum trabalho. Assim sendo, o press release deverá ser um documento muito próximo daquele que gostaríamos de ver publicado – no entanto, devemos ter em atenção alguns critérios jornalísticos para que o texto sofra o mínimo de alterações possíveis. O Jornalista irá agradecer. E acrescentamos a isso que, desde logo, a sua probabilidade de sucesso será maior.

- Selecção de informação
O nosso foco deve estar em segmentar e definir muito bem aquilo que queremos enviar – além da forma também o conteúdo é importante. Devemos ter fotos ilustrativas do produto e, evidentemente, fotos de grande qualidade e apelativas. Dependendo do produto também podemos acrescentar vídeos. A descrição da nossa empresa deve ser concisa e breve – o nosso foco, neste caso, deve ser o produto e no quão bom ele é. Fugir ao tradicional, do “mais do mesmo” - queremos inovação e arrojo.

- Amostras e brindes
A amostra do produto é algo de fundamental (isto, claro, se o nosso produto for tangível). Além de poder ser uma experiência “engraçada” poderá ser algo que desperte a atenção do nosso interlocutor e, mesmo que tudo o resto falhe, esta possa ser a nossa tábua de salvação!
Por outro lado, o brinde poderá ser “extra” importante. Toda a gente gosta de receber brindes... é um facto! Ajuda a tornar a marca mais presente e poderá ajudar a torna-la memorável ou até mesmo a chegar até outras pessoas – imagine que o jornalista gosta tanto do brinde (ou até mesmo da amostra do produto) que mostra a algum colega e lhe desperta o interesse? Vivemos num mundo de oportunidades... e todas elas contam.

Resumindo, jogue com as armas que tem à sua disposição e seja criativo – desperte o interesse e valorize quem lhe pode, indirectamente, levar mais rapidamente ao sucesso. E para o fazer não descure a importância de um bom press kit. Considere-o como um investimento e um investimento importante. Confie em profissionais de relevo para o preparar e verá que terá retorno!


http://www.qriaideias.com
https://www.facebook.com/qriaideias

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

5 GRANDES TENDÊNCIAS PARA 2016


Num instante este ano passou e o próximo já está aí à porta!

E, como nesta área de negócio, nenhum ano é igual ao anterior, temos de nos actualizar, inventar e reinventar! E a primeira coisa a fazer, é projectar tendências.

Não que devamos seguir tudo à risca e parecer uns “carneirinhos - uns atras dos outros”. Mas aí cada um saberá muito bem como se diferenciar…e isso sim, é o essencial! E é disto que nós gostamos!

Mas existem algumas luzes que deverão ser tidas em conta:

- Design de interiores mais futurista
Este ano foi o boom do estilo Vintage/ Retro! Adoramos, fica lindo de morrer… MAS, parecia que não se conhecia mais estilo nenhum! Não era preciso ser tudo igual esquina sim, esquina sim! 

Este ano vamos ser diferentes! O mundo está tão tecnológico e futurista, que temos de avançar com ele! Não podemos assistir a uma evolução veloz do produto, tornando-o mais apelativo aos padrões da sociedade actual, e deixar o espaço onde o queremos vender com uma imagem antiquada e obsoleta – esta mudança de paradigma e mentalidade estão prestes a explodir! 

- Estilo Industrial
Outra tendência que parece que vai assentar em 2016 é a recriação do ambiente de fábrica - design minimalista, despreocupado e cru. É uma corrente que tem vindo a ganhar dimensão devido à simbiose cada vez maior entre homem e máquina. Mas cuidado para não cair na mesma bola de neve do Vintage/Retro! Haja equilíbrio e harmonia.

- Simplicidade
Em todo o lado que vamos ou em tudo o que usamos damos de caras com o ‘Design’. Pois é...a estética visual é muito importante!

Mas ainda assim é preciso cuidado. É preciso ter consciência que quanto mais simples e intuitivo, melhor é a experiência para os clientes!

 - Fun Design
Como gostamos de provocar grandes estímulos visuais e textuais, vamos em alguns momentos quebrar a simplicidade e o clean e apostar em cores fortes, estilo jovem e urbano! Uma mistura artisticamente explorada. Estes aspectos reflectem a tendência da sociedade actual e serão agudizados num futuro próximo. Em suma, existirá uma busca de inspiração ao Pop, numa variação mais vincada e contemporânea dos movimentos Pop Art dos anos 60, 70 e 80.

- Mix de tendências e materiais
Com conta, peso e medida!

Estas são as tendências que pensamos que serão muito exploradas no próximo ano! É sempre difícil fazer previsões nesta área tão diversificada, mas são estes desafios que nos movem, que nos fazem crescer e que nos fazem estar perto dos clientes há 20 anos!


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

QUE CARACTERÍSTICAS DEVE TER O PAI NATAL PERFEITO?


É a questão que gera imensa discórdia e que, nesta altura do ano, está na ordem do dia!

Todos nós já vimos diversos tipos de Pais Natal: altos, baixos, gordos, magros, com barba, sem barba... enfim, uma infinidade de hipóteses. Então, afinal, como deve ser o Pai Natal?! Não se preocupem, pois, com a nossa experiência em Natais, responderemos com facilidade:

- Deve ter barba branca e cabelos brancos – isto vai conferir-lhe um ar agradável, sábio e bondoso, como um verdadeiro Pai Natal deve ser.

- Deve ter estatura mediana mas ser atlético - já viram a quantidade de quilómetros que terá que fazer em tão curto espaço de tempo?

- Ainda assim não poderá esquecer a barriguinha, tão típica desta altura do ano! :). Mas não convém exagerar... pois corre o risco de ficar entalado numa qualquer chaminé.

- Deve ser amigo dos animais – tem que alimentar e tratar bens a suas renas, não vão elas fazer greve!

- Deve ser possuidor de carta de condução de renas – não queremos que se magoe ou que magoe as renas, deverá saber conduzi-las com precisão!

- Deve ser um leitor rápido e atento (com a quantidade de cartas que terá que ler... convém!)

- Ávido de espírito de natalício e contagiante à sua passagem. Não pode ser esquecido para deixar os presentes no sítio certo (não queremos cá enganos, expectativas defraudadas ou trocas de presentes no dia seguinte!)

- Ser justo e dar presentes só a quem se portou bem durante o ano!

- E, por fim, sentido de liderança e mérito correspondendo com as devidas férias aos duendes trabalhadores.

Deixando a brincadeira um pouco de parte, gostaríamos de lhe desejar um ÓPTIMO NATAL, junto de quem mais gosta, que tenha muitas prendas e que, acima de tudo, seja muito feliz! São os votos da sua Agência de Comunicação preferida... Q’RIA IDEIAS!



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

PARA QUE O SALÃO INTERNACIONAL DO SETOR ALIMENTAR E BEBIDAS (SISAB) SEJA UMA REALIDADE!


Esta semana apresentamos uma feira de renome internacional, o Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas (SIBAB) 2016. O evento decorrerá entre os dias 29 de Fevereiro e 2 de Março, em Lisboa, no Meo Arena.

O certame conta com a participação de cerca de 500 empresas nacional e será uma excelente oportunidade para divulgação de produtos e marcas, num sector particularmente interessante e que, a nível nacional, tem bastante qualidade - porque não levar esse mérito além fronteiras? 

Com efeito, esta é uma óptima forma de divulgação e reconhecimento da marca no exterior. Essa exportação e internacionalização das marcas poderá ser uma importante tentativa de superação da crise interna, maximizando horizontes e perspectivas de lucro. 

Por outro lado, é sempre importante manter a sua marca junto de outras marcas de renome, como as que vão estar presentes no evento. Essa associação criará valor, reforçará o prestígio da sua marca e poderá permitir-lhe criar uma importante rede de contactos, parcerias ou até mesmo fomentar a venda cruzada a titulo internacional.  



Uma boa participação nesta feira poderá valer um negócio de grande escala, uma vez que se trata de uma iniciativa internacional de relevo e que conta com a participação de investidores internacionais dos mais variados quadrantes. Essa multiculturalidade deverá ser tida em conta para que todas as pessoas, sejam elas do Japão ou dos Estados Unidos, estejam perfeitamente integradas no meio e possam vivenciar o evento da melhor maneira e sem constrangimentos.

Além disso, deverá ter especial cuidado para tornar o seu stand apelativo, de uma forma criativa e estruturada. Sugerimos que dê uma olhada neste nosso artigo que dá algumas dicas sobre como ter um stand de sucesso: 3 DICAS PARA TORNAR O SEU STAND DE MARCA MAIS APELATIVO

Acrescentamos que, dada a natureza do evento, nunca foi tão importante dar a provar os seus produtos a quem lá for. Conquiste também pela degustação!



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

UMA CAMPANHA DE NATAL DEVE SER UM BOLO REI SEM FAVA



Estamos a atravessar uma altura de grande frenesim de compras, onde todas as lojas “combatem” entre si para a obtenção da atenção das pessoas. Pequenos detalhes podem fazer a diferença. E tendo essa premissa em mente realizamos o artigo desta semana e damos algumas dicas de como “enfrentar” a altura de Natal e montar uma estratégia eficaz.

Nesta altura existe uma natural abertura para compras. É quase senso-comum associar-se Natal a compras – portanto o primeiro passo para a chamada de atenção do cliente está dado e é inerente. Toda a gente compra... do mais simbólico presente até ao mais extravagante. Aproveitemos esta altura de felicidade e fraternidade para criar uma onda positiva de Natal e deixar que a magia entre no espírito das pessoas – isto favorecerá a compra.

Por outro lado, a conjuntura económica que atravessamos faz com que as promoções sejam encaradas como algo de valor, e que, de facto, incentivam à compra. Aproveite esse facto e, por exemplo, junte algum serviço extra ao que normalmente oferece. Complemente isso com embalagens de Natal, ter a loja bem decorada e apelativa, ao mesmo tempo que se integra com a iluminação de rua e com todo o ambiente que se vive nesta altura do ano. Isto, se bem feito, resultará certamente em êxito. Invista nesta decoração e verá como o retorno aparecerá. Quem não adora as luzes cintilantes, as montras decoradas, o Pai Natal, as renas, as cores...? Então já percebeu o quão importante isso é - espalhe magia. É o conselho de quem já realizou um sem número de campanhas de Natal!

Apele ao lado sentimental, à união familiar e aos valores que, normalmente, estão associados a esta época, isto é logo meio caminho andado para o sucesso. Repetimos, para que não se esqueça: O Natal é uma época mágica.

Como a inovação faz parte da equação, porque não a criação de uma Xmas Week? Numa tónica semelhante à Black Friday. Aproveitar essa predisposição natural para as compras e usar uma estratégia de preço mais agressiva. Poderá ser uma ideia a ser explorada.

Concluindo, o Natal é uma época especial e com imenso potencial de negócio. Crie o estímulo certo e veja a sua marca reconhecida, obtenha a maximização de recursos que precisa... seja criativo e pro-activo, não fique à espera que o Pai Natal lhe desça pela chaminé!